segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Receitas de Natal sem pandemia!

 


 

Esta manhã acordei com uma canção dos anos 1980 (Do They Know it’s Christmas? - Band Aid) e fiquei pensando em como começar minha série de dicas para o Natal e Ano Novo, que, este ano serão bem difíceis para algumas pessoas e quase impossíveis para outras.

Sim, ainda estamos na pandemia e as coisas não melhoraram. Ainda não temos uma cura para todos e teremos que restringir visitas, festanças, idas às compras etc. Mas podemos aumentar nosso entendimento sobre o verdadeiro significado das festas.

Vamos começar com a tal canção, que fala de crianças e adultos em situação de extrema pobreza e fome, naquela época, na África. A pergunta da canção é: “Eles sabem que é Natal?”

Um músico, Bob Geldof, juntou uma série de outros músicos de algumas das bandas mais influentes do Pop e do Rock para gravar essa canção e angariou muitos milhões para compra de alimentos, medicamentos etc. Ao mesmo tempo ele foi muito criticado por pessoas que não fazem nada a não ser envenenar tudo.

Mas não quero falar nelas. Porque esse vírus do mal está se embrenhando nos corações das pessoas e o que queremos é que todos os vírus que matam, corrompem, envenenam, sejam erradicados.

Precisamos de uma vacina de amor, de misericórdia, de perdão e de esperança. Esta é a lição que devemos aprender com o Natal. Que é a época de renovar a esperança em um mundo menos cruel, com mais paz e igualdade entre os homens. Com mais direitos e menos privilégios. Com trabalho digno para as pessoas. Com o direito de ganhar seu sustento e o de sua família; com direito a educação, moradia, saúde, educação.

Sei que ainda estamos longe desse ideal, mas temos que começar por algum lugar. Pode ajudar alguém? Faça isso! Sem cobranças e sem expectativas de “retorno”. Só faça! Olhe à sua volta e veja a verdade! Sempre há alguém por perto precisando de ajuda!

E quando alguém falar em cortar gastos com saúde pública, educação, moradia etc. aprenda a dizer não, porque esse vírus, o dos interesseiros que roubam dos pobres cada dia mais só será curado assim. Com um grande NÃO.

Voltando às festas, se puderem, façam uma ceia em família; façam uma prece por vocês e por todos os que não poderão fazer essa ceia; peçam a paz para o mundo; peçam que o mundo se cure e que as pessoas melhorem não só de corpo, mas de alma. A evolução é necessária.

Perdi meus pais antes dos anos 1980. Eles não eram perfeitos, nem eu tampouco. Mas aprendi com eles que estender a mão é melhor do que apontar o dedo; que o valor de uma pessoa não pode ser medido pelo quantidade de dinheiro na conta bancária; que tudo o que importa na vida não é aparência, mas o quanto somos relevantes nas vidas das pessoas.

Lembrando do último Natal que passei com minha família ainda inteira (muitos foram para outro plano), tínhamos o frango frito da minha mãe para comer, um pequeno presente para cada um, já que as vacas magras também nos circundavam naquela época, mas tínhamos a certeza de que deveríamos viver cada segundo como se fosse o último, e agradecíamos porque ainda estávamos juntos e tínhamos comida e um teto sobre a cabeça.

Vamos todos ao menos tentar fazer o Natal de alguém um pouco melhor? Senão continuaremos, 40 anos depois, perguntando “Será que eles sabem que é Natal?”

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Nossa Senhora das Graças! Valei-nos!!

 

Hoje o dia é de Nossa Senhora das Graças, ou de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa!

Historicamente diz-se que a aparição de Nossa Senhora das Graças aconteceu em 1830 pra a irmã de caridade Santa Catarina Labouré, quando esta estava em oração na capela do convento onde vivia.

Nas palavras da irmã, tratava-se de uma senhora de estatura mediana com rosto formoso... estava em pé, vestida de branco e com um véu azul. As mãos com anéis e pedrarias se estenderam para a Terra e a santíssima virgem disse: “Eis o símbolo das graças que derramo sobre todos que me pedem”.

Dizem que se formou em volta de Nossa Senhora um quadro oval onde se lia: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Nisso a imagem se voltou e no verso havia a letra M com uma cruz sobre ela e na base um traço.


Por baixo os Sagrados Corações de Jesus e Maria, o de Jesus cercado por uma coroa de espinhos e a arder em chamas, e o de Maria, também em chamas, atravessado por uma espada, cercado de 12 estrelas.

E assim nasceu a devoção à medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças, que atende aos seus devotos em todas as aflições e necessidades.

Rezemos à nossa grande advogada na vida e na morte, pedindo que ela rogue sempre por nós, que recorremos a ela!

“Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

 

 

 

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Aperitivos de champignon com alho

 


Sabe aqueles sanduíches de festa? Feitos com pão escavado e recheados com carne louca, carne moída refogada, mini salsicha? Pois esta é uma opção para as pessoas que não comem carne. É um aperitivo bem gostoso e saudável.

Minha opção por cogumelos Paris (frescos), se dá por eu ser hipertensa e não gostar muito de comer enlatados, que sempre têm uma alta dose de sal e conservantes. Uma bandeja desses cogumelos frescos dá para duas receitas desse aperitivo.

Bom apetite!

Ingredientes

8 mini pães (escolha brioches ou bisnagas)

1 xícara de cogumelos Paris (champignon) bem picadinhos

2 dentes de alho amassados

1 colher (sopa) cheia de manteiga

Sal

Pimenta-do-reino

Salsinha picada

Queijo Parmesão ralado

Preparação

Aqueça a manteiga numa panela e doure o alho. Junte o cogumelo e tempere com sal e pimenta.

Mexa bem para dourar, desligue o fogo e misture a salsinha.

Com a ajuda de uma faquinha, faça um círculo no meio do pãozinho e retire o miolo.

Coloque um pouco de recheio dentro de cada pãozinho.

Jogue parmesão por cima e leve ao forno quente por uns 10 minutos.

Sirva bem quentinho.

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Wontons fritos (comida típica cantonesa)


Depois de me revoltar com o papel manteiga que gruda e ter perdido metade dos meus pães, resolvi que precisava agradar minha necessidade de acerto culinário. Levando em consideração que já estava meio chateada depois de descobrir que meu restaurante chinês favorito fechou, fui buscar uma receita que nunca tinha feito.

Essa receita, de pasteizinhos chineses fritos, estava perdida em um caderno. Era um daqueles recortes de jornal tirado do Suplemento Feminino. Nem sei há quanto tempo não lia...

Ingredientes

3 xícaras de chá de farinha de trigo

1 kg de carne de porco magra em fatias finas e pequenas (lombo é a melhor carne para isso)

4 ramos de cebolinha verde picadinha

2 ovos

Sal

Pimenta-do-reino

4 colheres de sopa de água fria

4 colheres de sopa de óleo

Preparação

Misture a farinha, ovos, água e um pouco de sal.

Sove bem a massa até que esteja com uma consistência boa e bem ligada. Deixe descansar por 10 minutos.

Estique a massa com um rolo o mais fino possível. Corte em quadrados de 5 cm de largura.

Frite a carne em um pouco de óleo, adicione o sal, a pimenta e a cebolinha. Mexa bem até que a mistura tenha uma consistência firme.

Coloque uma colher de chá no centro de cada quadrado da massa, aperte como uma trouxinha e frite em óleo bem quente.

Escorra bem e sirva em seguida.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

O preço da carne, Covid e a vontade de morrer


O título deste post parece exagerado? Porque é para ser! Ando tão cansada das discussões vazias e das pessoas vazias que as provocam que realmente quero morrer. Então, invertendo a ordem do título, falemos sobre a vontade de morrer. Essa vontade está me vindo de tudo o que vejo, leio e ouço, muitas vezes de pessoas amigas, que eu tinha até em alta conta, sobre o momento que vivemos, muito difícil.

Me pergunto porque as pessoas colocam foco em todas as porcarias que andam saindo das bocas de pessoas que deveriam ser amordaçadas e impedidas de respirar se possível? Alguns usam isso para fazer piada, porque é a profissão delas. A comédia vive de rir da própria desgraça. Mas quando é que todo mundo se tornou comediante? E me pergunto o que tem de engraçado em milhares de mortos? Milhões de desempregados? Milhões passando fome?

E até quando vamos dar ibope às sandices ditas sem protestar de verdade? O que aconteceu com aqueles que falaram que não era por causa de vinte centavos? Ah tá! Vocês só orquestraram uma volta dos poderosos, porque para vocês isso era mais importante.

Tenho lido muito; ouvido muito; visto muito. Assassinatos por motivo fútil. Não consigo pensar em assassinato que não seja por motivo fútil, a não ser que tenha acontecido em autodefesa ou defesa de pessoa vulnerável. Racismo, preconceitos de todos os tipos. Nascidos apenas da preguiça de pensar sobre o assunto e de ver que o problema não está nos termos ou palavras que se usa, mas no rancor expressado nelas.

Temos sim o direito de escolher do que gostamos ou não, mas não temos direito de escolher o pior quando isso afeta outras pessoas. Precisamos pensar.

Existe uma nova onda de Covid, mesmo que algumas pessoas insistam que não. Tá cansado de usar máscara? Mas pode ter certeza de que o vírus não cansou de matar ainda. Ele, ao contrário de você “ser humaninho” está cumprindo sua própria finalidade de ser um vírus. Portanto, se alguém disser pra você ir pra balada, diga não! Você não vai morrer por isso. Prometo!

Chegando aos finalmentes, vamos falar de coisas que, além dos políticos e de pessoas que escolhem viver como se não houvesse amanhã. Vamos falar dos preços ao consumidor, não daquele produto supercaro do qual você não precisa para nada. E quando eu digo PRECISA, quero bater nesta tecla, porque mais uma vez estamos gastando com coisas das quais não precisamos, enquanto a maioria não tem o essencial.

Senão vejamos: o arroz que eu pagava uns $2,50 o quilo está quase $6; o feijão que custava uns $4 está quase $8; o óleo de cozinha saltou de $3 para $7, e isso só para falar de alguns itens de cesta básica. Cadê as panelas batendo? Ah tá! Enquanto isso não lhe afetar...

Indo ao mercado ontem, fui comprar um pouco de acém para cozinhar com uns legumes. Desisti depois de ver o preço... R$ 32,90 o quilo. Há pouco mais de um ano eu reclamava que o preço (que nesse mesmo mercado era de R$ 14,60) tinha subido para uns 20 reais. Pelo amor de Deus, alguém pode me dizer porque, com tanta gente sem poder gastar com nada além de comida, o preço sobe tanto assim?

Estou me lembrando de protestos feitos por muito menos. Eu até me atreveria a chamar essa geração de mimimi, se esse termo (que NÃO foi inventado pelo Cortella) não tivesse se degenerado.

Está todo mundo tão preocupado com o próprio umbigo que não consegue ver tudo o que está errado e começar a protestar e cobrar? Estão esperando que os despossuídos se levantem? Não vão. Estão talvez tão cansados quanto eu. Na verdade, eu diria que estão muito mais cansados do que eu, porque eles têm que matar dois leões por dia e ainda são humilhados, pisoteados, renegados, como se a riqueza e o desenvolvimento do País não dependessem deles.

Mas, vamos em frente que eu ainda tenho um leão para matar hoje...

Em tempo: o termo “mimimi” foi criado num desenho da MTV Brasil, o Fudêncio, e amplamente usado, para desgosto de seus criadores, por todos aqueles que fazem corpo mole e que só acham que os outros é que são mimizentos.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Pasta de amendoim com dois ingredientes

 


A manteiga de amendoim feita em casa, além de ser bem mais barata, virou uma receita famosa entre esportistas por ser uma alimentação saudável, proteica e revigorante.

Quando era menina (nos idos dos anos 1960), manteigas e óleos aqui no Brasil eram feitos de semente de algodão ou amendoim. Não sei quando exatamente isso saiu de foco para entrar a soja em seu lugar, mas sei que isso aconteceu porque soja é mais simples de plantar.  

Voltando à pasta/manteiga de amendoim, ela é altamente nutritiva e podemos espalhar nos pães, frutas ou apenas consumi-la in natura.

Claro que não vamos comer o pote de uma só vez. Como qualquer oleaginosa há um limite diário de consumo que não deve ultrapassar uma colher de sopa rasa. A manteiga de amendoim serve para dar energia, que estou precisando muito!!!!

E para fazer nem precisa de muito. 100 gramas de amendoim (sem pele e torrado) vai se transformar em 100 gramas de manteiga/pasta de amendoim. Eu disse dois ingredientes porque para quem gosta de uma certa doçura, para ficar parecido com Amendocrem, você pode colocar açúcar (ou mel).

Tudo o que você precisa para fazer esse creme caseiro é amendoins (óbvio!) e um processador de alimentos.

Ingredientes

100 g amendoins (sem cascas e torrados e sem pele)

Uma colher de sobremesa de açúcar ou mel

Preparação

Coloque os amendoins no copo do processador de alimentos (coloque o açúcar junto se quiser mais doce.

Processe por cerca de 3 minutos. Se precisar mais use a opção pulsar. Note que ao processar o óleo do amendoim vai se liberando transformando-se em pasta.

Esterilize um pote de vidro e guarde sua pasta na geladeira. Essa pasta dura cerca de duas semanas (na geladeira!!!), portanto não faça muita de uma só vez. Prontinho!

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Fui enganada!!! Papel manteiga é uma fraude!


Pessoal que usa meu blog como informativo, preciso dizer a vocês que papel manteiga não é o que eu pensei minha vida inteira! Desde os tempos em que comecei a cozinhar ou ver minha mãe fazer algumas delícias culinárias, sempre soube que papel manteiga era para a gente não precisar untar e enfarinhar as assadeiras.

Pois então! Acabei de fazer uso de um papel manteiga para não ter de untar a forma de pão. O pão teve que ser desgrudado à força do papel. Perdi a casquinha de baixo. Estou revoltada!!!

Entrei no site da empresa fabricante, e o que eu leio? Se você usar o papel manteiga em forma com antiaderente (que também não funciona!) você precisa untar a forma!

Caramba!

Se eu tenho que untar a forma, qual a função do papel manteiga?

No site da tal empresa vi uma porção de funções, inclusive de uso na limpeza de fogão, mas em nenhum lugar diz que você pode usar o papel na certeza de que seus assados não grudarão!

Se você já teve essa experiência ruim, de quase perder uma receita ou ter que salvar um bolo ou pão que grudou no papel manteiga, compartilhe conosco!

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Vida em abundância pode ser diferente do que você acredita!


Tenho pensado muito sobre a vida em abundância, até porque não é o que vemos no mundo de hoje, com um número imenso de excluídos (e contando!) bem na cara de quem QUISER ver. E coloco isso em maiúscula, porque muitos, de cima dos seus pedestais de barro, insistem em fazer de conta que isso não existe, ou que a pessoa não lutou o bastante para sair da situação, e claro, chego à conclusão de que as pessoas gostam de apontar e acusar, ao invés de estender a mão e ajudar.

Mas duas coisas me levaram a escrever esse post, e a primeira é uma das frases icônicas de Mário Sérgio Cortella (lida no LinkedIn), que está me deixando muito pensativa mesmo. A frase: “A vida em abundância não é a vida do excesso, do desperdício, da perda. A vida em abundância é a vida da suficiência”.

Tenho me debatido muito com esta questão, não apenas porque estou em dificuldades financeiras, já que anda difícil arrumar trabalho de verdade, mas porque vejo muitas pessoas em dificuldades piores, sem se dar conta que precisam manter o foco nas necessidades. Aprendi ao longo do percurso que excessos deveriam ser apenas para aquele momento que a gente precisa MUITO agradar uma parte ferida do nosso ego idiota. Muitas vezes desperdiçamos só para mostrar a alguém que nós PODEMOS. Mas quer saber? Não podemos.

Que direito temos de jogar no lixo comida quando tem 800 milhões de pessoas com fome nesse século XXI? Que exibicionismo imbecil é esse? Será que as pessoas percebem quanto soa idiota elas dizerem que pagam impostos (no caso o de Renda), como se apenas elas pagassem impostos? É tão idiota que dá vontade de vomitar. TODO MUNDO PAGA IMPOSTO!!! Não existe uma coisa nesta terra de Santa Cruz que não seja taxada e sobretaxada. Pagamos até para respirar e quase nunca temos retorno disso tudo que pagamos.

Abro aqui um aparte para dizer que um estado inteiro no país onde nasci está sem energia após novo apagão, enquanto os governos (que são pagos com o nosso dinheiro), fazem de conta que isso não é problema deles.

Fechado o aparte, vou falar na segunda coisa que me levou a esse post. E esta veio do Instituto Humanitas Unisinos. É um artigo de uma das técnicas da Embrapa, que afirma que cada família brasileira desperdiça 128 quilogramas de comida todos os anos. E essa é uma estimativa muito conservadora, porque sei que algumas famílias desperdiçam mais. De onde foi que tiramos a ideia de que desperdício é sinal de prosperidade ou de que alguém é mais bem-sucedido que outro?

De onde vem essa arrogância? Porque alguém se acha poderoso só porque pode jogar comida no lixo? Qual a necessidade de subir em um monte de lixo e bater no peito dizendo que é dono daquele monte e que tem poder sobre ele?

Sei que muitos dirão: “mas é só no Brasil”? E eu vou responder: NÃO!! A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou que 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são perdidos no planeta a cada ano, cerca de 30% do total produzido. E isso realmente me enlouquece. Precisamos voltar a nos tornar humanos e pensar que o que jogamos fora poderia alimentar uma pessoa por um bom tempo.

Porque não falei de todo mundo antes de falar no Brasil? Porque não posso consertar o mundo todo e nem o Brasil, mas gostaria que conseguisse fazer o meu leitor ver esse problema, se conscientizar e tentar mudar a atitude. Queria que um só visse que pessoas são mais importantes do que coisas, que todos somos mortais, que todos podemos (espero que não!) passar por essas necessidades; que ter uma roupa cara ou um celular da moda não nos fazem melhores do que ninguém. Que precisamos parar de nos exibir quando conquistamos algo que para nós, e apenas para nós, vale alguma coisa. Nós somos todos comida de bicho, e eles (os bichos), não desperdiçam.

Ainda com dados da Embrapa e do Instituto Humanitas Unisinos, quero compartilhar a informação: “No Brasil, 2,5% da população passou fome em 2017. Isso corresponde a 5,2 milhões de pessoas. E vale lembrar que o Brasil só saiu do mapa da fome em 2014, quando o índice de pessoas ingerindo menos calorias que o recomendado caiu para 3% da população”. Quero informar aos desperdiçadores de plantão que nós voltamos ao mapa da fome e por nossa própria culpa. Não apenas porque jogamos comida fora, mas porque não ligamos para o que acontece à nossa volta.

E assim, não ligamos para quem não tem o que comer, onde morar, onde trabalhar, como se tratar, estudar... Sim! Tudo isso importa! Porque tudo isso é direito inalienável e, mais que isso, a garantia desses direitos pode nos tirar dos mapas onde a maioria excluída é jogada em uma marginalidade que poderia ser muito menos atraente.

Falando em desperdício, vocês sabiam que a Lei Orçamentária Anual autorizou o montante de R$ 1,28 bilhão para custear o processo eleitoral de 2020? E que desse total, cerca de R$ 647 milhões serão investidos na realização das Eleições Municipais de 2020?

E isso são apenas os gastos do Tribunal Eleitoral. Em verbas de campanha, que é aquilo que os partidos usam para fazer sua propaganda eleitoral, são R$ 2 bilhões. Isso não está sendo investido para melhorar a saúde, a educação, a segurança, e nem para colocar comida nas mesas das pessoas. É para a gente eleger um cidadão que vai receber pagamento por serviços nem sempre prestados que também saem dos nossos impostos.

Vocês percebem onde quero chegar? Não quero dizer que não devemos ter eleições, porque a democracia é um sistema caro de sustentar, mas estamos muito perto de ter uma rainha louca gritando para comermos bolos já que não podemos mais comprar pão.

Precisamos muito mesmo descobrir que uma vida em abundância é aquela na qual a maioria absoluta participa. Se não for assim, não existe progresso, nem vida em abundância para mais ninguém, porque o círculo dos que ainda possuem privilégios está ficando menor a cada dia, mesmo que alguns tolos acreditem que, por andarem na moda, ou terem alguns bibelôs mais bonitos estarão a salvo.

 

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Christum Pax! Uma proteção especial para você!


Quando precisar de orientação em uma situação difícil; quando sentir a possibilidade de um desastre; quando ouvir grosserias contra você ou contra pessoa que ama; quando estiver diante de qualquer problema, doença ou circunstância, mesmo que seja grave.

Quando for prestar exames ou testes; quando tiver que fechar um negócio ou fazer uma venda difícil, importante ou necessária; quando tratar de um negócio vital para você ou estiver demasiado preocupado com uma situação ou pessoa querida.

Quando tiver um aborrecimento; for magoada, ferida ou se deparar com pessoa agressiva e má, ou precisar ajuda para vencer algum vício; sempre enfim que precisar de um auxílio de Deus, use esse método infalível da religião interior.

Onde estiver, como estiver, deixe um instante de pensar no problema e limpe sua mente de todas as preocupações, mentalizando as palavras sagradas “Christum Pax” umas três vezes ou durante o tempo que achar necessário, inclusive repetindo em horas marcadas se quiser.

De agora em diante esse será seu mantra especial “Christum Pax”. Se puder, pronuncie em voz alta essas palavras seguidas vezes. Não existe poder maior do que a Paz de Cristo! Ela supera qualquer força!

Tudo será resolvido da melhor maneira, porque você tem sua religião interior e está em sintonia com Deus. “Christum Pax”

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Seres vivos não são lixo

Há uns dois dias uma amiga de outro estado brasileiro mandou uma mensagem superbacana com uma linda foto de uma planta de Comigo Ninguém Pode.

Na mensagem ela me sugeria escrever algo sobre o assunto, algo sobre plantas não serem lixo e que assim como nós, também precisam de cuidados. E estou feliz em dizer que minha amiga me inspirou, não apenas com a planta dela, mas por lembrar que resgatei plantas também, e conheço outras pessoas que fazem isso. Planta não é lixo. É um ser vivo que como todo ser vivo precisa de cuidados.

Nessa categoria tenho que dizer que NENHUM ser vivo é lixo para ser jogado fora. E nisso incluo animais de todos os portes, pessoas de qualquer idade, e coisas necessárias à vida, como água (que nunca deveria ser poluída), alimentos (com milhões passando fome) e muitas outras coisas.

Mas quero falar sobre plantas jogadas fora e que devem ser resgatadas. Muitos dos que estão me lendo neste blog são pessoas que defendem a natureza, e que, com razão, assumem a causa animal, ou a defesa das florestas. Eu por exemplo defendo coleta seletiva, reciclagem, hortas urbanas e cidades com mais verde e menos concreto e asfalto.

Precisamos urgentemente buscar mais bem-estar nas nossas cidades, seja plantando árvores e hortas onde podemos, seja tendo vasos de plantas e jardins em nossas casas e apartamentos. Por isso muitas de minhas plantas foram resgates, como minhas espadas de São Jorge, resgatadas depois que alguém as arrancou de um jardim público, mantido por moradores do bairro Padre Anchieta, em Diadema.

Minhas margaridas e espadas de São Jorge resgatadas

Quando mudei para esta casa um amigo trouxe um vaso de margaridinhas brancas e me disse: “quando elas morrerem, joga fora porque não brotam mais”. Não me conformei com isso, é claro, e já se vão 16 anos com minhas flores fazendo minha alegria todos os anos. Aí vieram as margaridas amarelas, que peguei num vaso jogado fora que eu recolhi. Plantei as mudas que ainda não estavam totalmente mortas e elas brotaram e floresceram. E junto com as margaridas brancas e as Espadas de São Jorge e minhas outras plantas, florescem e deixam o mundo melhor.

A planta da minha amiga, essa Comigo Ninguém Pode da foto, de acordo com ela, estava cheia de cochonilhas. Ela lavou as folhas, uma por uma, com sabão de coco (em pedra); retirou os bichinhos um a um e já plantou em um vaso.

Na mensagem dela ela fala dessas pessoas sem noção que jogam de tudo no lixo, mesmo as que não estão estragadas, porque é mais fácil jogar no lixo do que cuidar, do que consertar, do que recuperar.

Num mundo como esse, em que vemos desmatamentos gigantes, ou supressão desnecessária de pequenas áreas verdes; podas ridículas de árvores e destruição de praças; fico feliz em conhecer alguém que salva uma planta. Sim! Porque uma planta pode não falar com você, mas ela vai dar retorno do seu carinho.


Essa é minha homenagem a todos os que cuidaram de um bichinho abandonado, de uma criança maltratada, de uma planta jogada no lixo. É para todos os que insistem em usar espaços onde despejam lixo em hortas e pomares comunitários.

Tenham respeito! Esses espaços precisam ser bem tratados. Eles não são banheiros de seus cães; cinzeiros para suas bitucas; nem coletores para seus saquinhos de plástico.

Façam como minha amiga que se mudou de bairro e foi ajudar numa horta com os vizinhos que ela nem conhecia ainda. Façam como outra amiga, que usou seus espaços de quintal para plantar flores, frutos e outras coisas. Ou como essa que resgatou uma planta e está cuidando muito bem. Precisamos melhorar como pessoas. Qualquer pensamento negativo ou preconceituoso precisa ser afastado, e para isso, precisamos resgatar e cuidar.

Pessoas não são lixo; animais não são lixo; plantas não são lixo!

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Oração para pedir um livramento


Todos os dias passamos por coisas boas e ruins, mas há horas em que precisamos muito de um auxílio divino, e esta prece, na verdade o Salmo de número 3, é infalível. É uma conversa direta com Deus; é um pedido de socorro e ao mesmo tempo a certeza de que Deus não nos abandona na hora do perigo.

O Salmo 3 é uma Oração de Confiança nas Horas Difíceis

 

1. SENHOR, como se têm multiplicado os meus adversários! São muitos os que se levantam contra mim.

2. Muitos dizem da minha alma: Não há salvação para ele em Deus.

3. Porém tu, SENHOR, és um escudo para mim, a minha glória, e o que exalta a minha cabeça.

4. Com a minha voz clamei ao SENHOR, e ouviu-me desde o seu santo monte.

5. Eu me deitei e dormi; acordei, porque o SENHOR me sustentou.

6. Não temerei dez milhares de pessoas que se puseram contra mim e me cercam.

7. Levanta-te, SENHOR; salva-me, Deus meu; pois feriste a todos os meus inimigos nos queixos; quebraste os dentes aos ímpios.

8. A salvação vem do SENHOR; sobre o teu povo seja a tua bênção.

Duas vidas ou uma só basta?

Duas vidas ou uma só basta? : Não me lembro de quem foi que disse a frase: “deveríamos ter duas vidas, uma pra ensaiar e outra para represen...