segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Bolo invertido de ameixas amarelas e amêndoas


A temporada de ameixas amarelas (nêsperas), uma das minhas frutas favoritas, está quase acabada, mas eu não poderia passar mais um ano sem dar essa receita. Adoro bolos com frutas. São gostosos, úmidos e dão novos sabores à nossa vida. Esse delicioso bolo invertido de ameixas e amêndoas ainda tem uma leve camada crocante e vai entrar na sua lista de favoritos como entrou na minha!

Ingredientes

Cobertura:

20 ameixas amarelas (nêsperas)
50 g de manteiga amolecida
100 g de açúcar
65 g de amêndoas laminadas

Bolo:

25 ameixas amarelas (nêsperas)
100 g de manteiga amolecida
Uma colher sopa essência de baunilha
75 g de açúcar amarelo
220 g de farinha de trigo
Uma colher de sopa de fermento
Três ovos
100 ml leite
25 g de amêndoas em pó

Preparação

Cobertura: Misture numa tigela a manteiga e o açúcar. Espalhe esta mistura no fundo da forma e leve ao forno por 10 minutos a 180°C.
 Retire do forno e espalhe as amêndoas laminadas. Lave, corte ao meio e retire os caroços das ameixas. Distribua de maneira uniforme na forma e reserve.

 Bolo: misture a manteiga e o açúcar até formar um creme. Acrescente os ovos e misture novamente.
Junte a farinha, o fermento, as amêndoas em pó e mexa. Acrescente o leite, a baunilha e misture novamente.

Lave, corte ao meio e retire os caroços das ameixas. Acrescente na massa e misture. Despeje na forma e leve ao forno por 30 minutos a 180°C. Verifique se está assado fazendo o teste do palito e retire. Deixe esfriar e desenforme.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Bolinhos de chuva de cenoura



Sabe aqueles bolinhos de chuva deliciosos que devem ser comidos sempre que se tiver vontade? Pois é: podemos sempre fazer de uma maneira diferente, seja incorporando pedaços de maçã ou banana para terem um recheio, ou usar ingredientes diferentes e fazer do lanche algo mais. Esses bolinhos com cenoura são para aqueles dias em que temos muitas pessoas em casa e queremos servir cosas diferentes.
Esse “bolinho de chuva” deve ser comido também quando tem sol!

Ingredientes

1 kg de cenoura
300 g açúcar
400 g de farinha trigo com fermento (ou trigo comum com uma colher de sopa bem cheia de fermento em pó)
100 g de maisena
1 laranja média
4 ovos
2 colheres de sopa vinho
1 pau de canela, sal
Açúcar e canela em pó para polvilhar

Preparação

Cozinhe as cenouras descascadas em água temperada com sal e 1 pau de canela.
Assim que estiverem cozidas, escorra-as bem (de preferência deixe escorrer umas horas). Ponha no processador para transformar em purê de cenoura.
Junte o açúcar, as farinhas, os ovos previamente batidos, suco e raspa da laranja, o vinho do porto e bata tudo com a batedeira para misturar.
Frite pequenas colheradas de massa (pois elas crescem ao fritar) em óleo quente, mas mantendo fogo médio para baixo, pois os bolinhos queimam com facilidade.
Depois de fritos coloque-os a escorrer sobre papel absorvente e depois polvilhe-os com uma mistura de açúcar e canela a gosto.


quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Sinto saudades da escola, porque lá aprendi a questionar tudo!


Esta é a semana das crianças e dos professores. Semana difícil para quem mora neste país, porque este é um país (e não uma nação), que fala em escola pública como se isso fosse uma despesa e não um investimento. E dá-lhe corte de orçamento!

Lembro de uma série de TV, em que um personagem dizia que escolas deveriam ser palácios, e sei que nem é isso que os professores a quem espero homenagear desejam. Eles querem apenas um ambiente mais saudável para poder fornecer a instrução necessária para seus pupilos.

Vemos verdadeiras histórias de horror envolvendo violência de alunos contra professores; de professores contra alunos; de alunos contra alunos. Mas o que espero deixar claro é que isso não é uma regra. A grande maioria está apenas tentando fazer alguma coisa. Uma coisa que deveria começar em casa: a diferença entre certo e errado. E é simples... se você está fazendo algo que não gostaria que fizessem a você, provavelmente está errado.

Qualquer coisa que envolva violência está errada. Aprendi isso dentro de casa, com meus pais, que diziam sempre: “brincadeira de mão nunca dá certo! Mas não tive apenas pais presentes, e, veja bem, os dois trabalhavam fora o dia todo. Não havia presença constante, mas havia a parte deles e ainda há em cada mínimo gesto. De fazer a cama todas as manhãs ou de me sentar à mesa para tomar café, mesmo que eu esteja só.

E aí entra a parte dos professores. Tive ótimos professores e também professores apenas medianos, e não tenho todos na memória, apenas alguns muito marcantes. E hoje vou usar a melhor professora de História do mundo para homenagear todos. Dona Neide... nem lembro o sobrenome dela, mas foi minha professora no ginásio, nos primeiros anos da década de 1970. Porque ela era a melhor? Porque ela discutia.

Com a Dona Neide aprendi muito mais do que datas e fatos. Aprendi que história é uma série de momentos que devem ser lembrados e estudados com cuidado para que não se repitam os erros. Com ela aprendi que nada é preto no branco. Tudo é formado por pequenas coisas e a História nos faz tomar uma distância analítica que consegue ver o todo, e perceber que nada é o que parece.

Em um tempo onde vivíamos um regime de exceção ((falando claramente, uma ditadura), a sala da Dona Neide era um oásis no qual a liberdade de pensamento imperava. Hoje, quando vejo tantos idiotas falando que aqueles tempos só eram ruins para pessoas mal comportadas, sinto que deveríamos ter milhares de Donas Neides para dar um croque na cabeça dessas mentes vazias e fúteis, e mostrar que todos têm direitos e deveres, e naquela época (como ando vendo agora), tudo o que se quer é calar a discussão, porque gente ignorante não questiona, não discute, não luta por nada.

Recentemente estive trabalhando com algumas pessoas bem mais jovens que eu, todos muito bem preparados para as novidades tecnológicas, mas sem referências (coisa essencial na minha profissão), e com um linguajar cada vez mais pobre. Pessoas que falam mais de um idioma, mas que não conseguem usar nem 500 palavras em língua portuguesa. Pessoas que viajam o mundo todo, mas não conseguem se aculturar e absorver o que o mundo oferece de melhor: temos que evoluir e para evoluir temos que lutar uns pelos outros.

Essa talvez foi a maior lição da Dona Neide. Que a humanidade vai continuar batendo cabeça enquanto não percebermos que estamos aqui para apoiar uns aos outros e não para pisarmos uns nos outros só para chegar em uma posição mais alta.

Hoje, vendo tanta bobagem sendo escrita a torto e a direito, sinto falta da Dona Neide. Ela não tratava ninguém com luvas de pelica. Era sempre direta e objetiva. E quando dava sua aula de história, nos ensinava também como deveria ser a vida.

Esse é o meu Feliz Dia dos Professores a todos esses abnegados que escolheram a profissão de ensinar pessoas como eu, que com esse texto tosco tentou homenagear uma professora obscura do Wallace Simonsen dos anos 70. Mas, pensem: se ela não fosse extraordinária, eu nem lembraria dela mais de 40 anos depois.

Em tempo: a foto é do prédio antigo do colégio. Mas, já que eu estou usando recordações, pensei que deveria fazer isso direito!


terça-feira, 8 de outubro de 2019

A melhor queijadinha do mundo!


Toda vez que escrevo alguma postagem que envolve uma receita, quero dizer para as pessoas que me leem uma mensagem, que envolve carinho, memórias. A comida que fazemos, como todos os nossos atos, devem ser feitos com amor.

As memórias mais bacanas da minha vida envolvem a cozinha, da minha casa ou da casa de parentes e amigos. Não há nada mais aconchegante que sentar com pessoas queridas em uma cozinha para conversar enquanto se toma um café, se come alguma coisa gostosa, ou se faz uma festinha.

Essas queijadinhas me trazem algumas dessas festas à memória, o cheiro do coco quando em contato com outros ingredientes, assando no forno. Ou aquela viagem a Portugal, com uma parada em Sintra, para comer umas queijadinhas. Esta receita é do livro da minha mãe, e isso me traz muitas lembranças saudosas, de amores, carinhos e sabores.

É ou não a melhor queijadinha do mundo?

Ingredientes

200 g de coco ralado
200 ml de leite de coco
Uma lata de leite condensado
Dois ovos
Cinco colheres de sopa de queijo ralado
Duas colheres de sopa de manteiga sem sal derretida

Preparação

Coloque o coco ralado em um recipiente e misture com o leite de coco. Reserve.
Bata os ovos e misture o leite condensado. Junte a manteiga e mexa bem.
Adicione o coco ralado e o queijo, misturando até formar uma massa homogênea.
Coloque em forminhas individuais, e, se for para facilitar, use as de cupcake.
Leve ao forno pré-aquecido a 180°C (em média) por 40 a 50 minutos. Faça sempre o teste do palito, pois cada forno tem seu ajuste.

domingo, 6 de outubro de 2019

O trabalho dignifica o homem



Comecei a escrever esta postagem mês passado, enquanto ainda trabalhava para um órgão público, onde eu, entre outras coisas, olhava postagens do Facebook e fazia meu trabalho de responder aos munícipes suas demandas, quando me deparei com a frase do título: “O trabalho dignifica o homem”. E nesses tempos que estamos vivendo, muito há que se pensar sobre isso.

Sim, o trabalho dignifica, mas não apenas o homem, porque mais de 50% da população economicamente ativa é composta por mulheres e que estão trabalhando em condições quase desumanas. O trabalho dignifica o homem, mas a exploração não dignifica ninguém. E isso tem acontecido por demais nestes tempos em que o lucro a qualquer preço tem sido a ordem.

Há muitos anos escrevo sobre a necessidade de defender o trabalho humano e sou entendida por cerca de meia dúzia de pessoas. A sede de lucro a qualquer preço destruiu o trabalho, o trabalhador e vai destruir qualquer meio de produção, porque máquinas podem produzir, mas não consumir. Máquinas não vão gerar riqueza. Não é por nada não, mas a origem da palavra robô é ‘robota’, uma palavra tcheca que significa “trabalho forçado”.
Dizem que a escravidão no meu país terminou em 1888, mas não creio que isso seja verdade, pois precisamos nos submeter a coisas absurdas para conseguir trabalhar e sustentar a nós mesmos e a nossos familiares.

Vou falar de uma experiência pessoal, que nem é um horror, mas vou chamar a atenção para coisas que acontecem de verdade e que ninguém se dá conta. Sou jornalista, e antes que alguém romantize a profissão, ela tem muito pouco de romântica em um país onde as pessoas preferem acompanhar o boato ao invés de ter a verdade esfregada na cara delas.
Já trabalhei em revista que me descontou INSS, mas não pagou, e agora, se eu quiser comprovar o período, tenho que tirar do meu bolso, de novo (!), o valor que deveria ter sido pago por meu empregador. Mas, coitadinho do empregador, ele não contrata se não roubar direitos dos funcionários.

Pelo menos é essa falácia que temos ouvido a bandeiras despregadas de governantes que também resolveram fazer do povo brasileiro o “Judas de Sábado de Aleluia”.
Nada tenho contra o trabalho. Até porque só consegui o pouco que tenho trabalhando e também com a ajuda de amigos que me socorreram na hora do sufoco. Tenho contra o regime de semiescravidão instalado neste país e que persiste. Dia após dia vejo pessoas se colocando nas situações mais absurdas apenas porque precisam do trabalho para se sustentar.

Gente vendendo coisas nos transportes coletivos, nas ruas, nas barracas improvisadas. Gente fazendo jornada tripla de trabalho e recebendo só por uma. Gente cuja aposentadoria não está garantida, mesmo tendo contribuído, porque alguém acha que essa pessoa está “ganhando” alguma coisa, e não o certo, que é receber de volta o dinheiro descontado dela para esse fim.

Não se engane dizendo que o brasileiro é vagabundo. O brasileiro trabalha para caramba e nunca consegue ter nem os direitos mais básicos. Porque? Por conta de um sistema de castas (o de classes já foi superado), que diz que um trabalhador não pode conseguir nada com o esforço do seu trabalho, mas podem acreditar, que alguém enriquece à custa desse trabalhador.

Quando vejo a frase que abriu essa postagem, lembro de outra: “O Trabalho Liberta”, escrita na entrada do campo de concentração de Auschwitz. Guardadas as proporções, as duas querem dizer a mesma coisa. Liberta quem? Dignifica quem?


segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Eu preciso de um Anhangá!


Hoje acordei pensando na natureza. Não apenas nos milhões de acres sendo queimados na Amazônia, ou na Mata Atlântica sendo ameaçada por um monte de gente que não consegue ver alguma coisa em pé sem querer destruí-la. Acordei pensando em todas aquelas pessoas que fazem barulho sem se importar com a paz à qual os vizinhos têm direito. Acordei pensando naqueles que jogam lixo pelas ruas sem se importar com nada.

Acordei pensando naqueles pretensos “defensores da causa animal”, que insistem em nos deixar as fezes dos seus bichinhos espalhadas pelas calçadas; ou mesmo aqueles que recolhem e deixam seus saquinhos nas ruas para serem levados pela enxurrada.

Acordei pensando na árvore que um “cidadão de bem” do meu bairro cortou sem autorização de nenhum poder público, e que ficará por isso mesmo, já que o poder público da minha cidade, governada pelo “partido verde”, suprime árvores históricas para dar lugar a um estacionamento.

Acordei pensando no abacateiro com mais de 50 anos, cortado sem motivo algum da praça do meu bairro; da área verde que deu lugar ao condomínio em nome de uma compensação que a gente nunca viu; das torres de apartamentos que tiraram outra área verde; de todas as árvores tiradas das ruas da minha região sem que nada viesse. Perdemos o bem-estar... ganhamos a violência.

Porque estou falando nisso? Porque estamos sendo irresponsáveis com tudo à nossa volta. Estamos fabricando toneladas de lixo e fugindo à nossa responsabilidade de lutar por uma destinação melhor para tudo. Porque quando vemos alguém lutar de verdade por um mundo melhor ficamos bancando os cínicos ou, pior (!), inventando mentiras sobre as pessoas que só tentaram chegar a isso.

Vi tantas barbaridades escritas ou faladas sobre uma garota que apenas disse: vocês estão ferrando com tudo! E porque essas pessoas falam? Porque são más. Porque sabem que estão ferrando tudo ou ajudando a ferrar. Não são apenas preguiçosos que não se mexem para ajudar, mas que abrem suas bocas sujas e usam redes sociais e outras mídias para jogar nojeiras no mundo todo.

Hoje fui levar meus recicláveis na casa de um vizinho que é catador, e, no caminho, alguém me perguntou porque faço isso. Eu apenas respondi que sei que é pouco, mas não me custa nada separar e limpar os recicláveis e levar para alguém que vai triar e fazer o restante do processo. E isso é o que posso fazer numa cidade que jamais se preocupou em reciclar verdadeiramente.

Ouço idiotas falando na TV que pouco se importam com árvores ou animais, mas eles deveriam ser mais claros quando dizem isso, porque eles na verdade estão dizendo que pouco se importam com a vida, com o bem-estar, com o próximo e, sim, com eles mesmos.

Foi quando me veio à mente os protetores ancestrais da natureza. As entidades indígenas; africanas; europeias. Os Anhangás e Curupiras; os Oxossis as Ossanhas; os caboclos; os santos; os elfos. E nisso pensei que para combater tanta gente má, nada melhor que alguém que vai realmente castigar: Anhangá era chamado de demônio porque castigava caçadores e predadores (humanos) da natureza. 

Venha Anhangá, mas não se limite às matas. Tire essas pessoas más da minha cidade, do meu estado, do país, do mundo.

Em tempo: uma pequena cidade da Grande São Paulo desmatou 14 hectares de mata Atlântica no ano passado. Uma cidade onde nascentes de rios importantes podem se perder por conta desse impacto, porque essas árvores (assim como as da Amazônia), protegem os mananciais, que geram e produzem água para o consumo humano. Precisamos ou não de Anhangás?

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Bolinho assado de batata doce com frango delicioso e leve



Sei que muitos dos leitores do blog (além da escritora dele) estão em busca de uma vida mais saudável, mas ninguém merece comer comida sem gosto para fazer isso. Segue aqui uma receitinha muito fácil e deliciosa de um bolinho de forno, feito com batata doce e frango.

Esse bolinho é ótimo para fazer e manter no freezer, pois dura, tranquilamente, uns três meses congelado e pode ser levado diretamente ao forno.

Além disso é ótimo para levar de lanche no trabalho, é saboroso, pode ser aquecido no micro-ondas.
Pessoas que estão na dieta terão um carboidrato do bem na batata doce e uma proteína magra, que darão saciedade e ajudam a manter a linha.

Ingredientes

Três batatas doces grandes picadas e cozidas em água e sal (espremidas como purê)
1/2 kg de peito de frango cozido em água e sal, desfiado e temperado
Dois dentes de alho
Farinha de rosca para empanar

Preparação

Misture o purê com o alho e o frango desfiado e temperado e faça bolinhas. Empane essas bolinhas na farinha de rosca. Após essa etapa, escolha se vai assar ou congelar.

Depois de congeladas elas podem ser retiradas do freezer a qualquer momento para assar. Se for assar direto, coloque em forma untada ou empapelada (papel manteiga). Pré-aqueça o forno a 180° C e asse por uns 20 minutos.

Acompanhado de uma salada de folhas é uma refeição perfeita e também serve de lanche ou tira-gosto.


segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Domingo é dia de fazer bolo de maçã!


Estava eu com a maior preguiça de sair de casa e pensando em um docinho para alegrar o dia. Sem a menor vontade de sair procurando algo pronto (era muita preguiça mesmo!) e fui ver o que tinha na geladeira. Ovos, sempre tem... e me deparei com duas maçãs perdidas que estavam começando a perder o viço. Como odeio desperdício de comida resolvi fazer um bolo.

Ficou bom! Muito bom mesmo!

Vou passar a receita, mas, antes que alguém pergunte sobre o pedaço que falta na foto que tirei, já está na minha barriguinha. Senão, como eu saberia se ficou bom?

Ingredientes
Três ovos
Uma xícara de açúcar
Uma xícara de farinha de trigo peneirada para aerar a massa
1/4 de xícara de óleo vegetal
Uma colher de sopa de essência de baunilha
Duas colheres de leite em pó
Uma colher de sopa de fermento em pó
Duas maçãs descascadas e picadas grosseiramente
Um punhado de passas

Preparo
Na batedeira coloque os ovos, o açúcar e o óleo. Bata em velocidade alta até misturar bem e formar um creme clarinho.  Misture a farinha e o leite em pó e volte a bater, misturando a essência de baunilha e, finalmente, o fermento, diminuindo a velocidade para incorporar bem. A massa batida deve estar aerada ao ponto de fazer aquelas bolhas de ar da fermentação. 
Deixe descansar enquanto unta (com óleo) uma forma de furo central. Ao invés de enfarinhar, use um pouco de açúcar e coloque os pedaços de maçã, cobrindo o fundo da assadeira. Jogue as passas entre os espaços da maçã. Coloque a massa por cima.
Aqueça o forno a 180° C e leve o bolo para assar por cerca de 25 minutos. Não esqueça que o tempo varia de forno para forno, portanto, faça o teste do palito.

Bom apetite!


quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Voltando a falar da dura vida



Que a linha do trem nos leve além
Estive alguns (muitos) dias fora do meu posto de blogueira, um pouco por conta do trabalho e agora pela falta de trabalho que me deixou bem para baixo. Veja bem, não era o “emprego dos sonhos”, nem o degrau para subir a algo melhor. Era apenas um trabalho, como qualquer outro, que exigia muito e dava um retorno de quinta categoria.

Mas, conheci gente boa e gente má ali. Aprendi mais do que ensinei, e entre as coisas que aprendi (ou reaprendi), é nunca levar a sério um emprego onde seus superiores não se preocupam com a saúde dos seus funcionários, e onde você tem que levar seu próprio papel higiênico se quiser usar o banheiro.

Vamos esclarecer que eu estava em um serviço público e não, eu não era concursada, mas também não fui indicada por um pistolão. Apenas meu currículo me colocou no lugar de onde fui tirada por motivos que nem vale a pena tentar explicar. A política brasileira é tão grotesca que nem merece explicação, mas digamos que algumas pessoas muito medíocres resolvem que têm que mostrar poder, e aí elas resolvem fazer isso cortando todas as pessoas que não são “amigos”. É isso.

O fato é que isso me chateou e eu realmente fiquei para baixo. Porque não basta ser profissional, ou ter um currículo exemplar, e tirar coelhos da cartola em um lugar onde tem que ter criatividade o tempo todo, já que dinheiro que é bom, não existe.

O saldo de alguns meses foi criar campanhas em prol dos animais; das pessoas que vivem nas ruas; da limpeza e zeladoria da cidade; responder aos muitos questionamentos de imprensa; e escrever... escrever muito mesmo, sobre tudo.

Mas estou de volta à busca, porque dinheiro não cai do céu. E vamos em frente!


domingo, 8 de setembro de 2019

Estamos em setembro vamos plantar algumas árvores?


Muito bem! Chegamos à segunda semana de setembro e logo entra a primavera, estação em que pensamos em flores, romance, vida! E estamos também vivendo um momento sui generis da nossa história, em que pessoas desmatam, cortam, podam sem nenhum critério e, claro (!), queimam.

Estamos discutindo o desmatamento da Amazônia e as queimadas gigantes que estão acontecendo? Sim estamos, porque nunca na vida vi o planeta tão ameaçado. Sim, a Amazônia não é o pulmão do mundo, mas isso não significa que ela possa ser destruída sem consequências horríveis para todos nós. E não, eu não consigo ir lá ajudar a apagar o fogo, mas consigo fazer algumas coisas nos biomas mais próximos de mim.

Podemos salvar algumas coisas mais próximas de nós, como a rua onde moramos, a praça mais próxima de nossa casa; o terreno baldio que pode até virar uma horta ao invés de servir de depósito de lixo. Manter uma quantidade boa de árvores nas proximidades traz vantagens para todos, melhorando o bem-estar geral.

Árvores regulam a temperatura e o clima em nosso planeta, fazendo as estações ficarem mais definidas; elas evitam a erosão e o desgaste do solo e suas raízes retêm a água da chuva evitando as secas e também as inundações, já que as raízes ajudam a drenar adequadamente a terra.

As folhas das árvores retêm as partículas em suspensão, filtrando o ar que respiramos; mas não só isso, elas fazem sombra e protegem contra ventos fortes e poluição sonora, além de servirem de abrigo e alimento a pássaros e outros animais.

Mas não vamos sair por aí plantando indiscriminadamente. Que tal pesquisar quais as espécies de plantas e árvores mais adequadas a cada região? Afinal há espécies típicas de cada região que podem não se adaptar a outras partes, ou árvores de grande porte que precisam de terrenos grandes. Vai plantar na calçada? Veja que tipo de planta é melhor, uma que não quebre tudo ou que não precise de podas radicais por conta das fiações das cidades.

Bem, depois de fazer isso, que tal plantar algumas coisas? Vai fazer bem a você e a todas as pessoas que estão perto. Estamos vendo tanto concreto e asfalto no nosso dia a dia, que o mau humor está cada dia mais presente. E antes que alguém fale alguma coisa, vou dizer: plantas melhoram o humor sim; e folhas e flores caídas não são sujeira. Sujeira é o que colocamos na lata de lixo.

sábado, 7 de setembro de 2019

Pudim de chocolate (flan) para o dia da pátria ou qualquer outro dia



Hoje é um 7 de setembro, e estamos “comemorando” o dia da pátria sem ter uma. O dia da nação, sem ser uma. E comemorando sem ter muitos motivos para festejar. Mas ainda é o país no qual vivemos e que precisamos colocar em ordem para ver se vamos em frente.

Mas vamos esquecer um pouco as coisas tristes que continuam acontecendo e fazer esse flan macio, cremoso e leve como deve ser. 
É uma sobremesa fácil de preparar, portanto, principiantes de cozinha. 
Sem medo!

Ingredientes

800 ml de leite
Uma fava de baunilha
100 g de maisena
Um ovo
Uma gema
180 g de açúcar
200 ml de creme de leite
30 g de cacau em pó (amargo)

Preparação

Numa panela coloque o leite e a fava de baunilha (corte ao meio, raspe as sementes e coloque tudo). Deixe levantar fervura.
 Durante este tempo, numa tigela, coloque a maisena, a gema, o açúcar e o creme de leite. Agora despeje o leite quente, o cacau e misture bem com um batedor de mão ou um fouet.
 Pré-aqueça o forno a 180°C. Coloque essa nova mistura de volta na panela e deixe engrossar no fogo médio mexendo sempre para continuar cremoso.  Tire do fogo quando começar a ficar mais denso. Despeje esse creme numa forma já untada com manteiga. Leve ao forno por 30 min. Espere esfriar e leve à geladeira por um tempo antes de desenformar.
Bom apetite!

Duas vidas ou uma só basta?

Duas vidas ou uma só basta? : Não me lembro de quem foi que disse a frase: “deveríamos ter duas vidas, uma pra ensaiar e outra para represen...