sábado, 13 de abril de 2019

Cenas de ódio que se repetem séculos afora



“O exército derrubou a tiros milhares de homens, mulheres e crianças, mesmo que estes não participassem dos combates. Soldados executaram quem ousava defender suas posições; outros morreram porque estavam em trajes de trabalhadores, ou pelo modo de falar. Os massacres realizados contra seus próprios compatriotas prenunciaram os demônios dos séculos seguintes. Você podia ser derrubado a tiros por ser apenas quem era, ou porque queria ser livre”.

Vai ter gente revirando os olhos para este texto meu, que começa com a citação de um capítulo sangrento da história. E qualquer semelhança com o período que estamos vivendo no Brasil, é apenas porque somos um povo burro, que não aprende nem com os próprios erros, que dirá com os erros dos outros.

Primeiramente, o trecho entre aspas fala de um período da história francesa conhecido como Comuna de Paris. Quero que as pessoas vejam e entendam que o que estamos vendo aqui no Brasil já aconteceu em outras partes, mas pessoas mais inteligentes assimilam e seguem em frente. No nosso caso, teimamos em não ver o óbvio: querem nos matar.

E se não fosse verdade, porque autorizar o uso de venenos nas lavouras que vão matar quem aplica, quem come, além de colocar a perder o solo, os animais e a água? Deveríamos sim criar defensivos agrícolas menos agressivos, mas para isso precisaríamos evoluir e isso custa dinheiro.

Se não querem nos matar, então a troco de que metralhar um carro de onde não partiu nenhum ataque? Morreu um pai de família, e ainda tem gente dizendo que “não morreu ninguém”, ou que isso é aceitável dada a violência que o Rio de Janeiro vive. Eu digo que não é aceitável. Que toda vida vale alguma coisa. A guerra criada o foi por pessoas que ainda acham que o inimigo está no morro, mas não está.

Em uma postagem de rede social alguém comentou que esse monte de tragédias acontecendo aqui pode ter sido atraído por pensamentos de ódio que estão ultrapassando os limites. Confesso que penso o mesmo. Vejo tanto rancor nas falas das pessoas que eu creio mesmo que atraímos o “coisa ruim” para este país. Começando por eleger o camarada mais burro do universo para dizer o que devemos ou não fazer de nossas vidas.

Confesso que jamais pensei que se podia fazer e dizer tanta besteira em 100 dias, mas dou meu braço a torcer que é possível! E de um presidente de redes sociais as coisas ruins espalham feito rastilho de pólvora, detonando o que vem no caminho. Precisamos de ordem? Sim! Mas isso não é ordem. Precisamos de progresso? Sim! Mas não estamos indo a parte alguma!

O país está travado, os meios de produção (que nunca foram tomados por comunista algum) estão indo embora, porque como eu disse, nem todos os seres do mundo são burros. Os caras já perceberam que deste mato não sai mais coelho, e perceberam a hora de parar de investir.

Podem revirar os olhos para mim, mas não creio que uma nação se construa com revisionismos mentirosos ou com um combatendo o outro só porque ganhou ou perdeu o poder. Uma nação se constrói em torno de uma meta que dê aos seus cidadãos os direitos que eles têm de nascença, pois só assim se podem cobrar os deveres.

Querem reformas? Comecem por criar condições de trabalho dignas. Comecem por trazer investimentos que gerem emprego e renda.

E Paulo: sei que você vai dizer em seu coração que isso não vai me trazer o dinheiro que preciso ganhar, mas os seus métodos também não trouxeram, e se eu não usar o blog para dizer o que eu penso, mesmo que apenas poucas vezes, ele não tem finalidade e nem eu.


sexta-feira, 12 de abril de 2019

Deixe de cometer erros bobos na hora de plantar a horta em casa!

Horta comunitária Jd. Padre Anchieta

Quem passa pelas minhas páginas já deve ter notado algumas coisas que me deixam mais feliz que outras. Como caminhadas perto de árvores e flores, receitas deliciosas de família, meu ofício de escrever e sim (!) hortas.  

Sou uma defensora de hortas comunitárias que além de trazerem benefícios aos bairros, embelezam o mundo com seu verde e alimentam com mais saúde as pessoas. Falando nisso, 152 agrotóxicos liberados só me fazem pensar que essas pessoas que nos governam querem mesmo a nossa morte.

Mudando de assunto, vamos ao que me trouxe aqui: começar uma horta em casa. Quando começamos uma horta (ou qualquer outra coisa que nunca vimos), é normal cometer erros. Por mais que se pesquise ou se fale com quem já sabe, acabamos deslizando em algumas coisas que podem ou não ter solução.

Já plantei muita coisa que não vingou, do mesmo modo que já fiquei frustrada com lagartas comendo minhas folhas ou plantas que demoram uma vida para florescer ou frutificar. Hoje mesmo estava em um grupo explicando que você pode plantar alho, mas demora mais de ano para fazer alguma colheita e não é fácil. Aliás, alho é só se para aquelas pessoas que têm um tempão para cuidar.

Primeira lição: plantar requer amor e trabalho

Sei que há pessoas que têm mais facilidade que outras com plantas, como minha tia marina e, parece, meu primo Pedro herdou. Mas todos têm afinidades com o verde e se nos esforçarmos ele nos recompensa. Muitas das minhas plantas vieram de mudas compradas na feira livre, já que moro em um grande centro urbano e não há muito espaço disponível.
Use todos os espaços para plantar

Mas também moro em uma cidade onde há pessoas dispostas a plantar em espaços onde antes só havia mato e lixo jogado, além de prontas para colocar ao menos seus temperos em vasos e em vasilhas transformadas em floreiras, jardineiras etc. Tudo em nome de comer com saúde e embelezar um pouco nosso bairro, muito carente de árvores e plantas.

Mesmo que as condições no meu apartamento não sendo ideais, minhas plantas vingam. Não chega a ser uma horta, mas tenho alecrim, hortelã, salsa, manjericão quando preciso de temperos frescos. As hortaliças maiores vêm da horta comunitária, que é barata e sem venenos!

Segunda lição: o vaso ideal para sua planta

Sim! O tamanho do vaso importa. Você não pode plantar algo de raiz profunda num vaso de pouca fundura e em pouca terra, a não ser se você é o mestre dos bonsais. Um tomateiro (cereja), por exemplo, precisa de um mínimo de 60 cm de fundura para dar seus frutos.

Portanto, veja o tipo de planta que você quer cultivar e compre vasos adequados para elas.
E não se esqueça de que plantar em vaso é diferente de plantar no solo. No vaso não temos os nutrientes dos solos, como os sais minerais, ou os lençóis de água subterrâneos, portanto, em alguns casos, as regas têm que ser mais frequentes. Se o tempo está abafado como esses dias de início de outono, minhas plantas pedem regas diárias e “ai de mim se não molhar”.

Do mesmo modo as plantas de vaso pedem nutrientes que já estão no solo. Usar húmus de minhoca, cascas de ovos moídas, e regar o vaso (não muito perto do caule) com restos de leite e água são boas pedidas. O pó de café depois de coado e frio também serve como adubo.

Terceira lição: planejamento

Essa foi minha recompensa da semana. Margaridas florescendo.
Vou terminar esse pequeno artigo dizendo aos agricultores caseiros que precisa planejar o que se vai plantar, mas também precisa sair à busca daquilo que não é comum. Tenho em casa sementes que nunca plantei, pois descobri que não iriam para frente no meu pequeno espaço, e com o tempo estou repassando para o pessoal da horta comunitária. Afinal eu tenho uma varanda/área de serviço e não um terreno. 

Faça uma lista do que você mais usa em casa. As ervas que usa para temperar, os legumes e verduras que consome e veja se é possível plantar no seu espaço. Não inclua plantas das quais você nem ouviu falar e nem experimentou.

Verifique quanto sol e água suas plantas precisam. Teste os adubos naturais. E pense que o tempo de plantar é diferente para as plantas. Mas, finalizando, nunca deixe de plantar. O esforço será recompensado.



quinta-feira, 11 de abril de 2019

Salada mata fome!


Sabe aqueles dias corridos em que a gente mal tem tempo de pensar num cardápio, mas sabe que precisa fazer comida e almoçar? É hoje!

Nessas horas é bom avaliar o que tem na geladeira ou na despensa e pensar em um daqueles pratos de uma panela só. Mas é um dos mais saudáveis que já fiz. Tem carboidratos simples, vitaminas, proteínas e alimenta de verdade.

Para quem está de dieta é muito leve e pouco calórico, mas pode substituir o queijo minas por ricota em pedacinhos, e quem não gosta de pimenta do reino não precisa colocar, ou pode substituir por um dente de alho bem esmagado!  Aliás, eu prefiro!

Ingredientes

Duas batatas grandes
Dois ovos cozidos
1/3 de xícara de queijo Minas fresco picado em cubos pequenos
20 azeitonas pretas sem caroço
Dois palmitos cortados em tiras grossas
10 tomates cerejas
Cheiro verde
Pimenta do reino e sal a gosto
Azeite de oliva e vinagre.

Preparação

Descasque, e pique as batatas e cozinhe em água até que ficarem macias. Pode aproveitar a mesma água para cozinhar os ovos. Escorra e reserve as batatas. Pique ovos e reserve.
Corte os tomates cereja ao meio e comece a montagem da salada. Misture as batatas, os ovos picados, o tomate, as azeitonas, o queijo e por último o palmito. Tempere com um molho de azeite, vinagre, sal e pimenta do reino. Decore com o cheiro verde picado.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Tema de redação para fazer um exame vencedor!


Saiba tudo sobre escolhas de temas e esteja preparado!

Eu posso escrever infinitamente sobre pessoas que passam em concursos, vestibulares, ENEM etc. fazendo redações fantásticas, e isso realmente importa. As temáticas, na maior parte das vezes, são escolhidas com foco em grandes questões da atualidade, personagens históricas de relevância para as discussões atuais, ou, como no caso da redação do meu quarto ou quinto vestibular, trechos de livros.

Para a minha sorte sempre fui leitora voraz e, mesmo não tendo dinheiro para comprar montes de livros, contava com uma biblioteca razoável na cidade onde morava (viva São Bernardo e a biblioteca Monteiro Lobato!). E quando me deparei com a frase: “dedico essas palavras ao primeiro verme que corroeu minhas carnes...” sabia que se tratava do início de Memórias Póstumas de Brás Cubas, do imortal Machado de Assis, e que eu deveria dissertar sobre o trecho em questão. Me dei muito bem!

A primeira coisa que tenho a dizer ao leitor é que em algum momento da vida ele vai precisar redigir algo, e para não passar vergonha, saiba que é bom estar bem informado sobre os assuntos. Saiba o que está acontecendo no país e no mundo: veja quais temas estão sendo discutidos e tente entender para poder escrever sobre os assuntos. Pense nas suas aulas desde o fundamental, quando os professores jogavam assuntos para os alunos escreverem, como Dia da Árvore, do Índio, Independência etc. E tente lembrar como você aprendeu a fazer isso. Se não aprendeu, não é tarde!

A segunda sugestão, além de saber das atualidades, é ler livros. Por favor, tente! Sei que muitos irão revirar os olhos ou dizer que isso é chato. Não é! Leitura aumenta o vocabulário; exercita a mente e a imaginação (o que ajuda bastante com temas livres) e ensina a construir frases compreensíveis para qualquer leitor. A leitura nos educa e ajuda a construir uma narrativa pensando a respeito dela. Se tivéssemos mais leitores, talvez (!), não teríamos tantos comentários estúpidos a respeito de tudo nas redes sociais.

E em se falando em redes sociais, tenho que dizer que meus olhos sangram de tanto ver palavras simples escritas de tal forma que não sei do que está se falando. Sei que muitos não tiveram a oportunidade de se instruir, mas se usam a rede social para se comunicar, deveriam usar também para aprender como é a forma correta de se expressar e poderiam ver as notícias que realmente importam, que não têm nada a ver com a “pílula milagrosa que seca barriga”.

Finalizando: como exercício para aprender a escrever e se preparar para aquele teste de emprego, ou concurso, vestibular etc., pegue algum tema que esteja sendo abordado na mídia e aprenda o máximo que puder sobre isso. Depois escreva, com suas próprias palavras, o que entendeu sobre o assunto. Dê a alguma pessoa para ler, sem explicar nada, e veja se você conseguiu passar a ideia geral em seu texto. Se você conseguiu... VITÓRIA!!!
Essa não é a face atual da Monteiro Lobato, que passou por uma bela repaginada, mas preferi a imagem mais próxima da minha infância

Em tempo: dedico esse texto a todos os meus professores, especialmente os de Língua Portuguesa, e também aos bibliotecários que me atenderam durante muitos anos na Monteiro Lobato. Hoje é o dia Nacional da Biblioteca, e quero usar isso para dizer que precisamos mais desses templos neste país. Dentro das escolas; nos espaços públicos; nos ônibus do SESC/SENAC que circulam nas periferias à procura de leitores ou em qualquer iniciativa que faça crescer o conhecimento!

Feliz dia da Biblioteca!





segunda-feira, 8 de abril de 2019

Coscorões, o doce dos dias chuvosos


Esse é um daqueles doces que faz lembrar a mãe ou a avó: simples e gostosos

Estamos no outono e, mesmo com as chuvas mais raras, elas sempre vêm acompanhadas de um friozinho gostoso, bom para tomar um chá ou café acompanhados desse doce. O nome pode parecer estranho, coscorões, até porque ele é conhecido também como cueca virada, crustolis, orelha de gato etc.

Basicamente é uma massa de farinha de trigo e ovos, estendida numa tira larga e fina, que é frita e depois polvilhada com açúcar e canela. A diferença para um bolinho de chuva é que nessa massa não vai fermento.

Ingredientes

400 g de farinha
Uma pitada de sal
75 g de manteiga
Uma colher (sopa) de cachaça
Suco de uma laranja
100 ml de água
Um ovo
Açúcar e Canela

Preparação

Numa tigela coloque a farinha o sal e a manteiga e amasse até obter um areado.
Junte os ingredientes líquidos aos poucos e vá amassando até obter uma massa maleável.
Reserve a massa coberta com um pano úmido por 20 minutos.
Com ajuda de um rolo de macarrão, estenda a massa bem fina em cima da bancada polvilhada com farinha e depois corte retângulos de massa e faça pequenos cortes no meio.
Frite em óleo bem quente e escorra sobre papel absorvente. Finalize passando os coscorões por açúcar e canela.

domingo, 7 de abril de 2019

Sanduíches de salada de Kani maravilhosos!


Hoje estou meio atrasada para fazer o que quer que seja. Não fui esquentar a barriga no fogão, até porque está abafado e eu não estava muito a fim de comida quente.

Fui fuçar na geladeira e encontrei uma embalagem de kani-kama no freezer, aí resolvi fazer uma versão de sanduíche que ficou boa para caramba!

Sem mais delongas, seguem os ingredientes e o preparo, super simples, que vão lhe dar uma boa opção para o lanche noturno, ou, se preferir, pode usar a receita como salada, que deve ficar deliciosa com arroz branco.

Eu usei pão de forma, mas pode ser usado o pão francês, ou fatias de pão italiano!

Ingredientes

Uma embalagem de kani-kama (surimi em palitos) cortado bem miúdo
Uma cebola picada miúdo
Dois dentes de alho moídos
Um pepino pequeno picadinho
Meio pimentão verde picado miúdo
Azeitonas verdes picadas miúdo
Salsinha e cebolinha picadas miúdo
Uma pitada de pimenta calabresa em pó
Uma pitada de sal
Uma colher de sobremesa de mostarda verde
Uma colher de sopa de azeite de oliva
Maionese light para dar liga


Preparo

Misture bem todos os ingredientes, finalizando com a maionese, que vai dar a liga dessa salada. Ponha bocados nas fatias de pão e feche com uma fatia sem nada. Sirva acompanhada de uma limonada refrescante!

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Espetinhos de camarão com gergelim


Muito bem! Não é porque estou nos meus 40 dias sem carne vermelha que não posso comer um churrasco. É claro que teremos elementos diferentes nos espetos, como alguns legumes, por exemplo. 

Você pode cozinhar previamente (não muito!) algumas cenouras e batatas doces, que, depois de picadas, podem ser alternadas com pedaços de pimentão, tomates e cebola.

Mas o fato de não colocar o boi na brasa não impede de colocar uns camarões na grelha. Essa receita eu aprendi em uma das edições do Masterchef Austrália e um dia ainda vou entender o relacionamento desse povo com curry e outras especiarias.

Essa receita é uma ótima pedida de aperitivo ou de prato principal. Se quiser incrementar ainda mais coma com molho tarê.

Ingredientes

16 camarões grandes descascados e limpos
Um dente de alho
Duas colheres de sopa de azeite de oliva
Duas colheres de sopa de molho de soja
Uma colher de sopa de suco de limão
Uma colher (de café) de pimenta do reino
Uma colher (de café) de curry em pó
Uma colher (de café) de gengibre em pó
Sementes de gergelim

Preparação

Corte o dente de alho em pedaços pequenos e misture com o sumo de limão, o molho de soja, o azeite, pimenta, curry e gengibre.
Coloque os camarões dentro do recipiente com a mistura que preparou anteriormente. Deixe marinar por pelo menos uma hora na geladeira.
Ponhas os camarões nos espetinhos e leve para grelhar durante 4 minutos de cada lado.
Se for usar a churrasqueira coloque na grelha mais alta para não queimar.
Salpique as sementes de gergelim sobre um prato e passe os espetinhos por cima, de cada lado para colar bem.
Bom apetite!


quinta-feira, 4 de abril de 2019

Faça um currículo imbatível


A porta de entrada para o emprego certo

Não vou começar aqui dizendo o óbvio, que um bom currículo é a porta de entrada para um emprego, porque está claro para qualquer profissional que esse papel que define sua vida profissional é a primeira impressão que passamos quando nos candidatamos a um posto de trabalho.
Vou mostrar aqui algumas formas de construir bem esse “cartão de visitas informativo”, que poderão ajudar a conquistar seu emprego dos sonhos.
Para começar, um currículo deve conter as principais informações sobre sua trajetória profissional até o momento.
Lembre-se que este é o primeiro filtro do processo seletivo, sendo responsável por decidir se você está apto ou não para realizar as fases seguintes, e deve se destacar para chamar a atenção do recrutador.

Primeiro passo: apresente-se!

Todo currículo deve conter algumas informações básicas que devem ser colocadas logo de cara! Nome, endereço, telefone de contato, e-mail, data de nascimento, escolaridade e o cargo (ou cargos) que você está se candidatando.

O próximo passo é: seja objetivo!

Com um desemprego galopante que assola o país, precisamos ser objetivos para não entrar na pilha dos currículos gigantes que são descartados pelos recrutadores quando eles fazem um filtro inicial.
Lembre-se que você está escrevendo um currículo, não uma Bíblia. Evite escrever muitas páginas, textos longos e detalhes desnecessários. Busque ser objetivo em suas descrições, use palavras chaves para contar suas experiências e dê destaque aos pontos que julgar mais importantes.

Passo três: seja organizado!

Nenhum recrutador vai olhar para um currículo que parece um festival.  Seu currículo deve passar informações importantes em pouco tempo e espaço, por isso invista na organização!
O ideal é que tenha uma aparência limpa, com espaçamento e fonte padrão, além de informações bem estruturadas.
Se possível coloque as informações em tópicos para facilitar a leitura e por ordem das experiências que ajude o leitor a entender sua trajetória profissional.

Quarto passo: coloque apenas o que realmente importa!

Tendo em vista que o currículo é um cartão de visitas, lembre-se de que você não precisa contar sobre toda sua vida nesse momento. Garanta que o recrutador capte suas principais experiências e competências.
Não esqueça que isso é a fase um. Se você for selecionado para testes, entrevistas etc., haverá outras oportunidades para contar sobre outras experiências durante o processo.
Para selecionar o que deve ou não colocar, vale a pena refletir sobre: Qual a vaga para qual você está concorrendo? Quais experiências são relevantes e expressam seu potencial para desempenhar as atividades descritas para a vaga?
Nessa hora, lembre-se: não minta sobre suas habilidades no currículo. Elas podem ser testadas mais adiante e se você for pego na mentira, nunca mais será levado em conta para um posto de trabalho na empresa em questão.

Chegando ao final: Não seja repetitivo e revise tudo muito bem!

Como dissemos, é importante que o currículo seja afirmativo em seu objetivo principal: passar informações sobre sua trajetória profissional. Não repita informações, já que isso pode tirar a atenção de quem o lê.
Garanta que o espaço seja usado da melhor forma possível e que você consiga passar sua experiência de forma clara e objetiva. Facilite o trabalho do recrutador e mostre que você é o candidato adequado.
Para cada vaga, revise seu currículo e garanta que as informações de cursos extracurriculares e experiências estão de acordo com os pré-requisitos da vaga.
Reflita sobre suas experiências, sejam elas profissionais ou acadêmicas, e garanta que seu currículo se destaque, e mostre seu potencial para a vaga. 

Dica final: esta é pessoal!

Como sou do grupo dos maiores de 50, sei que as dificuldades para arrumar trabalho aumentam com a idade. Minha saída para não ser descartada na primeira fase foi colocar uma pequena carta de apresentação, mostrando aos recrutadores as vantagens de ter uma candidata mais velha em suas fileiras.
Algo como “já passei por montes de revisões ortográficas, trocas de moedas, crises econômicas e mudanças de tecnologias. Adaptei-me em todas e sobrevivi para contar a história, melhorada e mais experiente”.
Depois disso, só desejo a todos ter ajudado e que vocês consigam depressa voltar para as fileiras da população economicamente ativa.

“Não há brilho maior do que o olhar de alguém que arruma emprego. Parece um ser invencível”. (Aaron Sorkin- roteirista)


quarta-feira, 3 de abril de 2019

Escabeche de peixe deliciosa!


Estamos nos aproximando da Semana Santa, que começa no próximo domingo, quando se celebra a entrada de Jesus em Jerusalém, sendo aclamado e passando sobre um tapete de ramos.

Será minha última semana sem carne vermelha e, portanto, vamos continuar com uma receita deliciosa e fácil de fazer, mesmo que tenha diversos ingredientes.

Dei duas opções de peixe, mesmo que o mais comum seja a sardinha. Mas lembre-se que são filés, portanto devem estar limpos e sem espinhos!

Ingredientes

Quatro filés de tilápia ou oito de sardinha
Cinco dentes de alho
Duas xícaras (chá) de cebolas em rodelas
Duas xícaras (chá) de tomates em rodelas
Duas xícaras (chá) de pimentões coloridos em rodelas
½ xícara (chá) de azeitonas picadas
½ xícara (chá) de azeite
½ xícara (chá) de vinho branco
Uma colher (chá) de molho shoyo
Três colheres (sopa) de vinagre
Duas colheres (sopa) de salsa picada
Duas folhas de louro
Sal a gosto

Modo de Preparo

Passe os filés na chapa ou em uma frigideira para “selar” a carne. Em uma panela, coloque em camadas alternadas a tilápia, o alho, a cebola, o tomate, os pimentões e a azeitona. Coloque o vinho, o azeite, o vinagre, o caldo de peixe, a salsa, o louro e o sal e levar ao fogo baixo com a tampa até cozinhar.



terça-feira, 2 de abril de 2019

Oração pedindo um emprego Urgente!



Estamos vivendo dias difíceis e só a nossa fé consegue nos salvar. Faça essa prece todos os dias antes de sair na busca por trabalho. A providência divina ajudará.

Essa é uma prece poderosa para quem está procurando trabalho!


Senhor, que disseste: “Ganharás o pão com o suor do teu rosto”; e também: “Ide e dominai a terra”.
Essas palavras consagram a necessidade e o valor do trabalho.

Eu sei que devo trabalhar para poder sustentar a minha vida e a vida dos meus familiares. É pelo trabalho bem feito e bem intencionado  que alcançarei merecimentos e conseguirei a vida eterna.

Mas... Senhor, apesar de toda a minha vontade, não estou trabalhando. Estou desempregado (a), e isso tem sido um grande problema para mim e minha família.

É por isso que estou hoje aqui, diante de Ti, para pedir que me ajude a encontrar um trabalho decente e conseguir sustentar a mim e aqueles que dependem de mim.

Tu, quando estiveste neste mundo foste um humilde carpinteiro. Tende piedade de mim e atendei o meu pedido (fazer o pedido com fé e firmeza).

Eu quero trabalhar. Eu preciso trabalhar! Ilumina meu Senhor ou meu caminho, para que hoje eu possa encontrar o que há tanto tempo estou procurando: um lugar para trabalhar.

Confio na Tua graça e no Teu poder.

Amém

(Rezar uma Ave Maria, um Pai Nosso e um Glória ao Pai)

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Peixe espada no tacho com camarões e batatas


Uma receita fácil para os meus 40 dias sem carne vermelha, que estão perto do final. Semana que vem, mais precisamente no próximo domingo, começa a Semana Santa, e com ela vem um monte de receitas de bacalhau que vocês não verão neste blog.

Vamos às explicações: EU NÃO CONSIGO COLOCAR BACALHAU NA BOCA SEM ENJOAR. Por um trauma de infância relacionado a uma espinha de bacalhau, não consigo sentir o sabor do bacalhau sem ter engulho. Nem bolinho eu consigo comer...

Mas temos muitos peixes no mar e essa receita foi de um bacalhau que comi em um restaurante de Lisboa, depois de explicar ao dono meu trauma de infância. É fácil, e você pode fazer com produtos congelados, sem ficar alucinada atrás de uma peixaria.

Ingredientes

Peixe espada congelado
Camarões congelados
Batatas cortadas em rodelas
Pimentões cortados em tiras
1/2 lata de tomate pelado
Cebola cortada em rodelas
Alho picado
Sal e azeite a gosto.

Preparação

Num tacho largo (do tipo usado para fazer moqueca) ponha a cebola, o peixe, o alho picado, as batatas em rodelas, os camarões, o tomate e o pimentões. Tempere com sal e regue com azeite.
Adicione um pouquinho de água. Tape o tacho e leve ao fogo baixo. Cozinhe bem lentamente, de forma a que o peixe cozinhe em seu próprio suco, mas não deixe secar.
Se quiser, após desligar (dá uns 30 minutos de cozimento), tire um pouco do caldo e misture com farinha de mandioca para fazer uma espécie de pirão para acompanhar o peixe.

Duas vidas ou uma só basta?

Duas vidas ou uma só basta? : Não me lembro de quem foi que disse a frase: “deveríamos ter duas vidas, uma pra ensaiar e outra para represen...