quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Se prepare porque depois das festas...

Material escolar: pesquisa de preços garante economia

Todo ano é a mesma coisa. Mal terminam as festas e já é hora de pagar uma série de impostos, taxas e todas aquelas despesas típicas de início de ano. IPTU, IPVA, PQP. Mas, entre essas despesas, vem a lista de material escolar das crianças. Não à toa, janeiro acaba sendo um dos vilões do endividamento ao longo do ano e requer um bom planejamento, que coloque os números no papel e permita economizar algum dinheiro.
Para a compra do material escolar, é fundamental realizar uma boa pesquisa de preços. Alguns sites e portais são especializados nessa função e permitem comparar tanto as lojas virtuais como as físicas. Itens como cadernos, agendas, canetas, lápis de cor e estojos costumam apresentar enormes diferenças de preços.
Uma boa dica é conferir os levantamentos feitos pela Fundação Procon, que analisa os valores cobrados por alguns estabelecimentos e pode ser útil para encontrar o produto procurado por valores mais baixos (www.procon.sp.gov.br). Além disso, é possível encontrar alguns preços menores em lojas de bairro.

Pesquise sempre antes de fechar negócio

Mas, com a concorrência no setor, principalmente nesta época, são comuns os casos de grandes estabelecimentos oferecerem descontos sobre seus principais produtos ou um desconto linear sobre o valor total. Para compras a prazo, deve-se checar cuidadosamente as taxas de juros.

Existe ainda uma estratégia interessante, que é a reunião de vários pais para a compra em conjunto
nas lojas atacadistas, onde o preço tende a ser mais barato. A compra pela Internet ganha participação porque, além de ser mais cômodo, o consumidor recebe a mercadoria em casa pagando um frete, na maioria das vezes, de valor pequeno. Também pela web é vantajoso comprar livros do que em livrarias físicas. Os sebos e lojas que vendem livros usados oferecem bons descontos (50% ou mais) em relação ao produto novo. É necessário um pouco mais de pesquisa para encontrar todos os itens da lista, mas mesmo assim trata-se de uma boa alternativa.
Sempre que possível, é recomendável evitar material escolar de grife ou enfeitado com os super-heróis da TV ou personagens de histórias em quadrinhos porque custam até 50% mais caro. Produtos como colas, tintas e fitas adesivas, entre outros, merecem atenção especial. Eles devem conter informações claras e precisas, em português, a respeito dos fabricantes, além de fornecer informações técnicas como composição, condições de armazenamento, prazo de validade e riscos à saúde do consumidor. Surgindo a necessidade de trocar o material, é necessário ter em mãos a nota fiscal da compra.
Privilegiar os fabricantes nacionais de lápis, canetas e borrachas oferece aos pais a garantia de materiais atóxicos e adequados à legislação nacional. É importante lembrar que esses materiais estão, literalmente, na boca das crianças!

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Pavê de tiramisu em formato de tronco natalino

Mais uma receita natalina de lamber os beiços

Minha mãe era uma boa cozinheira, mesmo que o trabalho fora de casa não desse muitas oportunidades a ela de mostrar isso. Uma das coisas que me lembro das vésperas de Natal, além da gente abrir os presentes todos (!), era o frango frito super bem temperado e, claro, os troncos de Natal.
Esta receita não é o tradicional tronco, que vou repassar mais adiante, mas um pavê de tiramisu, que a gente faz em formato de tronco e que é sucesso certo na ceia ou no almoço do Dia de natal.
Antes de passar os ingredientes da receita, já deixe no jeito uma forma de bolo retangular (daquelas para fazer pão de forma), que deve ser envolvida com papel filme; e sua batedeira deve estar à mão!

Ingredientes

Para o ganache de chocolate:
200 ml de creme de leite
200 gramas de chocolate em barra (meio amargo é melhor)
Para o creme de mascarpone:
250 gramas de mascarpone
100 ml creme de leite (equivalente a ½ lata)
75 gramas de açúcar
2 colheres de sopa de creme de leite
1 folha de gelatina (incolor)
Para a montagem:
30 biscoitos champanhe
200 ml de café
cacau em pó

Preparação

Ganache de chocolate:
Esquente as natas/creme de leite. Coloque os pedaços de chocolate numa tigela e por cima deles, despeje o creme de leite quente. Misture até ficar homogêneo. Reserve a temperatura ambiente.
Creme mascarpone:
ponha a folha de gelatina mergulhada na água fria em um recipiente para desmanchar. Em uma tigela, coloque o mascarpone, o açúcar, o creme de leite (de preferência gelados) e bata até formar um creme bem firme.

Aqueça as duas colheres de sopa de creme de leite e derreta a folha de gelatina amolecida no interior. Em seguida, adicione a esta mistura o creme de mascarpone e misture bem. Guarde na geladeira.
Forre por dentro sua forma com o papel filme. Mergulhe rapidamente as bolachas champanhes no café frio e faça uma camada no fundo da forma com as bolachas umedecidas.
Em seguida, passe um pouco do ganache sobre as bolachas. Despeje e espalhe bem a metade o creme mascarpone.
Faça outra camada dos biscoitos (embebidos com café), passe o ganache e a outra metade do creme mascarpone.
Uma terceira camada de biscoitos embebidos, cobertos com o restante do ganache e leve para refrigerar por, no mínimo, 3 horas.
Desenforme sobre uma travessa e retire o papel filme. Polvilhe com cacau em pó e decore com frutinhas e folhas para imitar um tronco de natal, ou faça suspiros.  


Controle as pragas da horta ou jardim com receitas caseiras

Mais um serviço para os amigos de hortas e jardins

Ando publicando muitas receitas no blog e pensando em Natal, Ano Novo etc., mas temos que pensar que a vida continua e a horta não toma champanhe. Para mantermos hortas e jardins saudáveis, temos trabalho diário de rega, limpeza e, claro (!), o controle de pragas.
Existem muitos produtos à venda no mercado que afastam ou matam os animais indesejados, mas todos (ou quase todos) acabam infectando uma horta que deveria ser orgânica, e o melhor mesmo é usar produtos naturais, muitos deles disponíveis em qualquer cozinha, e resolver o problema.
Segue uma pequena lista de receitas caseiras contra as pragas mais comuns em jardins e hortas!

Lagartas, Pulgões e Cochonilhas

Uma das receitas para eliminar estas pragas é juntar 10 g de sabão (de preferência líquido) com um litro de água quente. Deixe esfriar, coloque no pulverizador e manda brasa nas plantas. Ah! Nunca pulverize as plantas na luz solar. Vai queimar as folhas e prejudicar mais até que as praguinhas.
Peritos dizem que plantar alhos perto das flores protege contra os ataques dos pulgões, mas não testei pessoalmente, portanto eu não garanto. Se alguém quiser testar e me dizer se funciona, é só comentar no artigo!
Em tempo: as joaninhas são predadoras naturais dos pulgões. Evite usar inseticidas, pois elas são muito sensíveis.

Lesmas e Caracóis

Essas coisinhas nojentas, que deixam um rastro de baba enquanto andam, são, em sua maioria, ruins para as plantas e para nós. Mas humanos também são e a gente não deve usar veneno.  Cerveja, cinzas ou cascas de ovos são soluções fáceis para fazer desaparecer estes animais viscosos dos canteiros.

1 – Cerveja

Uma das soluções mais populares é a aplicação de pratos com cerveja nas áreas mais afetadas. Coloque os pratos ao mesmo nível da terra plantada. O cheiro da cerveja vai atrair as lesmas e os caracóis, que se afogam nas armadilhas. Não se esqueça de tirar os bichos mortos das armadilhas!

2 – Cinzas e cascas de ovos

As cinzas da churrasqueira e cascas de ovos colocadas à volta das plantas repelem os caracóis e as lesmas pois provocam irritação e desidratação dos mesmos.

3 – Vasos de cerâmica de pernas para o ar

Esta técnica dá bem certo, porque as lesmas e os caracóis estão sempre à procura de um local com
sombra para descansarem e, desta forma, os vasos acabam por ser a armadilha perfeita. Inspeciona todos os dias e retira os animais viscosos que estejam no seu interior até que a infestação termine.
Não se esqueça de deixar uma das bordas do vaso ligeiramente levantadas do chão.

No caso dos caracóis, sempre remova os detritos que estiverem espalhados no chão do jardim ou horta, como tijolos, tábuas, ervas daninhas e matinhos arrancados, pois estes são locais tradicionais onde se escondem os caracóis e as lesmas. Assim reduz-se o habitat das pragas.

Moscas e Mosquitos

Plante manjericão em diversos pontos da horta ou jardim. As suas folhas funcionam como repelente destes insetos. Outra técnica é macerar folhas de manjericão e deixá-las de molho durante um dia. Depois é só coar e pulverizar as plantas.

Fungos

O chá de camomila combate várias doenças fúngicas. Basta deixar 50 gramas de flores de camomila (ou saquinhos de chá) de molho em um litro de água durante três dias. Coar e pulverizar sobre as plantas a cada três dias.

Porque devemos evitar pesticidas

Todas as pragas possuem predadores na própria natureza. Entretanto, com o desequilíbrio que estamos causando , a biodiversidade é afetada, limitando as interações entres predadores das pragas.
Os pesticidas utilizados na agricultura aumentam a produção e diminuem os custos dos alimentos. Apesar destas vantagens, os pesticidas contaminam as águas e os solos, provocam o desenvolvimento de pragas resistentes e causam desequilíbrios nos ecossistemas. Além disso, também podem nos envenenar. (Leia o artigo: https://depoisdos39.blogspot.com.br/2017/11/estamos-comendo-veneno.html)
Precisamos pensar na natureza como um todo e parar de pensar apenas no nosso. Temos que nos responsabilizar por quaisquer danos. Somos culpados também.

Moqueca de camarão deliciosa

Uma receita para esquentar mais o verão

Quando chega o verão aqui no Brasil, sabemos que é tempo de festas, de praia, e de comer pescados. Peixes, crustáceos, moluscos. Qualquer coisa do mar cai bem e pode ser uma receita típica, ou não, sempre me apetece. Essa moqueca de camarão é ótima para um almoço festivo. Depois de comer, é só se espalhar pela casa e esperar a digestão.

Ingredientes

1 kg de camarão sem casca
1 colher de sopa de pimentão verde picado
1 colher de sopa de pimentão vermelho picado 
1 malagueta picada (melhor deixar algum pote de pimenta para quem gosta e fazer sem. Não é imprescindível)
2 dentes de alho picados
1 cebola picada
2 tomates picados (tirar pele e sementes)
2 colheres de sopa de polpa de tomate
2 colheres de sopa de azeite de dendê
1 vidro de 200 ml. de leite de coco
1 colher de sopa de coentro picados
2 colheres de sopa de salsa picada
2 colheres de sopa de cebolinha verde picada
1 colher de sopa de maisena
Sumo de limão
Azeite de oliva e sal

Preparação

Temperar os camarões com um pouco de azeite, sal, pimenta do reino, se quiser, e sumo de limão. Deixar marinar por 30 minutos.
Refogar a cebola num pouco de azeite até ficar translúcida. Juntar o pimentão, o alho, a malagueta e o tomate picado e deixar cozinhar 5 minutos. Juntar a polpa de tomate e o óleo de dendê e mexer bem. Adicionar o leite de coco e deixar levantar fervura.
Juntar os camarões, as ervas e a maisena. Deixar cozinhar em fogo médio até os camarões ficarem cozidos (cerca de 5 minutos).

Como é um prato quente, sirva com arroz branco e mantenha uma salada de folhas frescas para não se queimar!

Bom apetite !


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Está chegando o Natal

Que venha Noel, porque eu estou triste

Essa é uma época do ano em que me divido entre a alegria das festas e a melancolia de lembrar tempos mais simples e felizes.
Quando era menina ainda, essa era a época de visitar a casa dos meus avós, Bianca e Paschoal, na Reynaldo Cajado, 17, Tatuapé. Pegávamos o ônibus para o Parque D. Pedro II, e de lá baldeávamos para outra linha que entrava pela Avenida Celso Garcia, e descíamos em frente da antiga Febem.
Naqueles tempos as estações do ano eram bem mais definidas, e nesta época, sempre chovia no final da tarde, e isso significava ficar preso por algum tempo nos alagados do Sacomã, que SEMPRE enchia. Mas era divertido, porque estávamos indo pra casa da “vó”, era Natal, e o vovô sempre tinha algum brinquedo novo pra gente.

Temos mais simples

Não eram coisas caras, nem tecnologias tão modernas que nos prendiam, mas brinquedos que usávamos para farrear com os primos, com os amigos. Sei lá...  Eram tempos mais simples, mas a gente brincava, se esfolava, montava e desmontava tudo, mas aprendemos com isso e sobrevivemos.
E eu comecei este artigo para falar da casa da Reynaldo Cajado, que marcou minha infância e parte da adolescência. Hoje, vendo uma postagem com fotos do Tatuapé, resolvi dar uma checada no street view do Google. A casa ainda está lá, na esquina da Reynaldo Cajado com a Celso Garcia. Deteriorada; cheia de pichações. Muitas outras casas vizinhas (mais bem conservadas) também estão. Mas minha família não mais.

Que as novas gerações construam suas tradições. As nossas se deterioraram com a casa.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Arrume um motivo e plante uma horta

Como as hortas caseiras e comunitárias estão mudando tudo!


Hortas em pequenos espaços vêm ganhando adeptos há muito tempo. O movimento começou em grandes metrópoles mundiais, transformando lajes fora de atividade em telhados verdes. Isso, além de mudar o cinza das cidades, trouxe mais pureza para o ar urbano e mais saúde para pessoas que resolveram plantar suas hortaliças.
Em Londres, por exemplo, o hábito de plantar onde tiver um pequeno espaço, vem desde o fim dos anos 1980, com lotes vazios transformados em hortas comunitárias, com tarefas e produção compartilhadas. Mais recentemente, a disseminação de informação e a troca de experiência nas redes sociais, além do comprometimento de alguns grupos em repassar e trocar informações ampliaram o fenômeno, que ganhou ainda mais força com a moda das marmitas “verdes”, empresas que fazem comida e que utilizam apenas produtos dessas hortas comunitárias.

Horta urbana é mais que um vasinho de manjericão na janela

De acordo com diversos especialistas, é possível manter um manejo mais saudável em uma horta caseira, sem uso de insumos químicos comuns na agricultura tradicional. Basta escolher plantas que têm afinidade uma com a outra, aquelas que afastam pragas e, claro, as verduras e legumes que mais se gosta de comer. O resultado são alimentos mais frescos e um acesso maior aos nutrientes.

O supermercado facilitou o acesso aos produtos, mas o que plantamos sempre será mais saudável

Além do ganho com uma alimentação mais saudável, as hortas caseiras, comunitárias têm benefícios indiretos. Quando plantamos o que comemos estamos diminuindo a emissão de poluentes com o transporte de alimentos; as hortas caseiras são ainda uma ótima maneira de reciclar, como na reutilização de garrafas PET, colocadas de pé ou deitadas, em função do modo como cresce a raiz da planta, ou o plantio cercado de pneus. E o maior benefício, é a tranquilidade que o ato de plantar traz a quem o pratica. É comprovado que cultivar uma horta ou jardim reduz sintomas de melancolia e depressão.

Portanto, arrume um espaço. Escolha o que deseja plantar, vá à internet e pesquise a melhor forma de fazer uma horta e faça! Se no seu bairro há um terreno baldio, daqueles que as pessoas jogam de tudo, reúna seus vizinhos e transforme numa horta comunitária. Isso vai ajudar também a socializar e transformar as cidades. 

Chocolate trufado apimentado delicioso!

Uma receita para servir em festas ou presentear os amigos

Vamos dar mais uma sugestão que pode ser feita para as festas de final de ano, e que podem servir de sobremesa, petisco ou mesmo para presentear amigos e parentes com uma iguaria. Esta receita de trufas é particularmente deliciosa pelo sabor picante da pimenta rosa, que dá um toque requintado!

Ingredientes

50 gramas pimenta rosa
250 ml de creme de leite fresco sem soro
200 gramas  Chocolate ao Leite
200 gramas  Chocolate Amargo com 70 % de cacau
Cacau (em pó para cobrir)



Preparação

Esmagar ligeiramente a pimenta num pilão, para deixar bem esmigalhada.
Colocar o creme de leite em fogo brando com a pimenta e deixar ferver por cinco minutos.
Retirar do fogo, passar num coador fino para retirar a pimenta e juntar os dois tipos de chocolate cortados em pedaços pequenos (pode colocar no processador).
Mexer bem até que os chocolates derretam no creme de leite ainda quente. A mistura deve se tornar uma massa macia e homogênea, que será levada ao refrigerador por 15 minutos até ficar mais consistente.

 Molde pequenas bolinhas e passe no cacau para decorar. Coloque em forminhas de papel e veja como todos vão se deliciar com essas trufas! 

Chega de roupas que não servem!

Roupa com padrão é luta antiga


Estamos próximos de mais um Natal, o de 2017, e como sempre acontece, vamos às lojas para comprar roupa nova para passar as festas. Aí você entra nos grandes magazines e se depara com numerações e tamanhos que não têm nada a ver com a realidade. São duas roupas de tamanho ‘M’ que são totalmente diferentes em seus tamanhos reais e você ainda houve da vendedora a famosa frase: “o padrão das empresas é diferente”, ou "A confecção é pequena", como se isso fosse uma coisa normal ou como se a fita métrica fosse elástica.
Em 2007, 10 anos atrás, escrevi um artigo falando da padronização obrigatória da numeração das roupas fabricadas no País. A Abravest (Associação Brasileira do Vestuário) vinha lutando há muitos anos para criar uma padronização no tamanho do vestuário brasileiro, assim como já acontecia em muitos outros países.

Norma de padronização nacional deve se estender aos importados

Muito bem, de certa forma isso aconteceu, porque as roupas “made in Brasil” passaram a seguir regras da norma ABNT (NBR 13.377), mas e os montes de roupas importadas que chegam e são comercializadas todos os dias nas lojas do País?
Pelo que percebi ontem, em uma loja muito conhecida, é que a padronização inexiste. Pior. Você
olha na etiqueta e lá está uma padronização de tamanho para três países (EUA, México, China, por exemplo). Sabe o que não havia? O tamanho correspondente no país chamado Brasil.
O consumidor brasileiro continua a perder muito tempo na experimentação das roupas, sem falar nas peças que se compra sem o direito de troca, como peças íntimas, por exemplo.

Tamanho único é um mito


Por mais que as associações salientem que há necessidade de acatamento de uma norma padrão
para disciplinar o mercado nos mais diversos segmentos do vestuário, na prática isso inexiste. Talvez a criação de um selo de certificação ajude a atestar a qualidade e conformidade da norma. Fixado em cada produto, o selo distinguiria as empresas que já se adaptaram às normas perante o consumidor, mesmo em produtos importados, que devem, sim, se adequar à normatização de um país.
Por enquanto, como em muitos setores deste país, tudo o que podemos esperar é que alguém nos respeite e faça cumprir as leis que já existem. Mas talvez seja esperança vã! 10 anos depois do meu artigo e ainda não vejo, na prática, padrão nenhum.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Chegaram as chuvas: dirija com cautela

Saiba que cuidados tomar ao dirigir sob chuva


A recomendação a seguir parece óbvia, mas funciona: evite sair com o carro nos dias em que a chuva alaga a cidade. Como ninguém aqui é filho de pai rico e tem que trabalhar, mesmo em dias de chuva, vou dar algumas recomendações para diminuir os riscos.

Problema número 1: quando o motorista se vê no meio da rua durante uma tempestade. Neste caso, é preciso seguir alguns conselhos que não transformam o carro num barco, mas evitam gastos no mecânico.
Ao chegar à borda de uma grande área inundada, o motorista deve parar um pouco e observar os carros que já estão na água. Se ela estiver batendo na altura da metade das rodas, o melhor é desistir da travessia, encostar num canto, longe de bueiros e torcer para o nível da água não subir mais. O conselho vale especialmente para sedãs e esportivos importados, que têm a tomada de ar para o motor muito baixa.

Se atravessar a água for absolutamente necessário, o motorista deve esperar o carro da frente seguir adiante, deixando uma boa área livre entre um automóvel e outro. Para entrar na água, deve-se engrenar uma marcha reduzida (de preferência a primeira) e ir sempre em frente em baixa velocidade, mas mantendo aceleração constante. Isso evita que a água bloqueie o escapamento. Não se deve trocar a marcha dentro da água. É bom ficar longe dos ônibus, evitando as marolas.

A parte central da pista é mais alta e, portanto, a mais segura. Além disso, os bueiros (muitas vezes sem tampas) ficam próximos ao meio-fio. Se o carro enguiçar, o melhor é não insistir em dar a partida e empurrá-lo até uma parte seca. A pane pode ter sido causada pelo calço hidráulico, ou seja: a água invadiu a câmara de combustão e travou o motor.

Nesse caso, o pior a fazer é tentar ligar o carro

Como a água não pode ser comprimida, as bielas empenam e podem até quebrar depois de algum tempo. Nenhum fabricante oferece garantia para este problema.

O que fazer após a água baixar

Motor: Ao se tirar a lama do compartimento do motor, é preciso ter muito cuidado com o módulo da injeção eletrônica. Jatos de água podem danificar os contatos do componente.
Carpete: Se ficou úmido, é bom secá-lo logo com panos e jornais e, se possível, deixar o carro com os vidros abertos para tirar o cheiro de mofo.
Bancos e laterais: Alguns postos e empresas fazem a limpeza do estofamento com produtos químicos. Quando entra muita água e lama no carro, o jeito é desmontar tudo.

Freios: Se o carro tiver ficado muitas horas submerso, é preciso até uma limpeza dentro dos tambores de freio, além da troca do fluido.

Palmiers, receita simples e rápida

Um dos meus folhados favoritos


Desde criança sempre gostei de coisas de padaria. Pães, bolos, petit fours etc. Mas meu favorito de todos os tempos é um biscoito folhado chamado palmier, que é delicioso sozinho, e fica ainda mais perfeito quando acompanhado de um café ou chá. Uma palmier é nada mais que massa folhada e açúcar, e sua simplicidade é que faz dele uma guloseima! Apenas dois ingredientes e o doce fica pronto. O charme dessa receita é seu formato de mini coração.

Ingredientes

Um pacote de massa folhada
Açúcar mascavo ou amarelo a gosto

Preparação



Desenrole a massa folhada (caso tenha comprado pronta). Polvilhe com parte do açúcar. Faça uma pressão com as mãos para o açúcar aderir à massa.
Vire o outro lado da massa e repita a operação (ou seja, utilize a outra parte do açúcar para polvilhar a massa, e faça pressão com as mãos).
Agora enrole a massa folhada até a metade. O mesmo com o outro lado, até que os lados se encontrem no meio, formando dois rolinhos de massa folhada (os rolinhos formarão um coração após o corte). Ponha na geladeira por uns 30 ou 40 minutos para a massa ficar firme.

Retire da geladeira e corte em fatias de aproximadamente um centímetro. Coloque-as em seguida na forma (já com papel manteiga) e leve ao forno por 20 minutos a 180°C.

Incremente sua receita polvilhando chocolate ou canela, ou ainda, colocando açúcar cristal sobre os palmiers ainda quentes.

Biscoitos de Natal com cobertura de glacê

Uma receita verdadeiramente deliciosa

Na verdade esses são biscoitos que podemos fazer em qualquer dia do ano, já  que não têm ingredientes especiais e é bom ter sempre algo para acompanhar aquele lanche com os amigos e a família. Mas nessa época é bonitinho fazer alguns em forma de árvore de Natal, sino, anjinhos, e outras coisas que nos lembram das festas de final de ano. Segue a receita!

Ingredientes

Três ovos
500 g de farinha de trigo
300 g de açúcar
250 g de margarina
Duas colheres (chá) de fermento em pó
Essência de baunilha

Glacê:

Uma clara
Uma xícara e ¼ de açúcar de confeiteiro
Corante alimentício

Preparação

Misturar todos os ingredientes. Abrir em superfície enfarinhada. Corte com cortador próprio para biscoitos e pincele com ovos batido (caso não for usar o glacê).
Enfeite com açúcar cristal ou confeitos coloridos; leve para assar em forno pré-aquecido em forma untada e enfarinhada.

*** Variações para a massa de biscoitos: juntar castanhas do Pará ou nozes moídas, canela em pó, cravo em pó à massa.

Preparo do glacê


Numa vasilha pequena bata a clara até que espume. Acrescente o açúcar aos poucos até obter um
glacê branco. Adicione o corante que desejar (poucas gotas) e decore os biscoitos com a ajuda de um saco de confeitar com bico fino. Deixe o glacê secar bem antes de guardar os biscoitos. Guarde em potes ou vidros bem fechados.

Duas vidas ou uma só basta?

Duas vidas ou uma só basta? : Não me lembro de quem foi que disse a frase: “deveríamos ter duas vidas, uma pra ensaiar e outra para represen...